Publicação
Estado da arte, em 2013, dos fármacos de origem marinha
| dc.contributor.advisor | Morais, Zilda | |
| dc.contributor.author | Couceiro, Tânia Alexandra Candeias | |
| dc.date.accessioned | 2016-04-11T11:01:48Z | |
| dc.date.available | 2016-04-11T11:01:48Z | |
| dc.date.issued | 2014-02 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Neste trabalho realizou-se uma revisão bibliográfica sobre os fármacos de origem marinha, com vista a detetar os fatores condicionantes do desenvolvimento de novos fármacos a partir do ambiente marinho. A baixa proporção de fármacos marinhos atualmente em comercialização contrasta com a elevada biodiversidade dos ecossistemas marinhos. Numa retrospetiva histórica, verifica-se que o avanço dos estudos dos compostos marinhos começou no limiar dos anos 50 do século XX, pelo trabalho de Bergman com a descoberta dos nucleosídeos de espongouridina e espongotimidina que deram origem aos fármacos citarabina e vidarabina, o primeiro um anticancerígeno e o segundo, um antiviral. A partir de então, foram descritos mais de 20.000 novos compostos marinhos, os quais constituem um grande potencial para a descoberta de novos fármacos. Dos organismos marinhos conhecidos que têm revelado interesse para a indústria farmacêutica, destacam-se os invertebrados cujos metabolitos secundários apresentam diversas atividades terapêuticas. Os invertebrados que até ao momento deram origem a fármacos pertencem aos filos Bryozoa (1), Cnidária (1), Mollusca (7), Nemertea (1), Porifera (4) e sub-filo Tunicata (3). A seguir ao reino Animalia, sobressaem os microrganismos dos reinos Fungi (1) e Monera (3). Considerando os 23 fármacos marinhos desenvolvidos, 18 têm atividade terapêutica direcionada para o cancro. Os restantes apresentam atividade antiviral, analgésica, cicatrizante e ainda indicação para o tratamento de dislipidémias e doenças neurológicas. Em 2013 existiam sete fármacos marinhos aprovados para comercialização na União Europeia, nomeadamente a citarabina (Cytosar®), vidarabina (Vira-A®), mesilato de eribulina (Halaven®), ziconotida (Prialt®), a Trabectedina (Yondelis®), brentuximab vedotina (Adcetris®) e os esteres etílicos de ácidos omeg-3 (Lovaza®, Omacor® e Vascepa®). Nas diversas fases de ensaios clínicos existiam em 2013, dez fármacos em estudo. Em Portugal os fármacos marinhos mais consumidos tem sido os ésteres de ácidos ómega-3, de venda em farmácia, e a citarabina, utilizada exclusivamente em meio hospitalar. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201098377 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/13007 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Compostos marinhos | pt_PT |
| dc.subject | Fármacos marinhos | pt_PT |
| dc.subject | Organismos marinhos | pt_PT |
| dc.subject | Produtos naturais marinhos | pt_PT |
| dc.title | Estado da arte, em 2013, dos fármacos de origem marinha | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
