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dc.contributor.advisorMoutinho, Maria Guilhermina
dc.contributor.authorPaulo, Cristiana Filipa dos Santos
dc.date.accessioned2016-06-21T15:05:30Z
dc.date.available2016-06-21T15:05:30Z
dc.date.issued2013-10
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractA Imunosenescência ou o envelhecimento do Sistema Imunitário trata-se de um processo natural, defendido por alguns estudiosos como sendo inclusive uma evolução para prevenir falhas na resposta contra a autoimunidade e surgimento de tumores ou cancro. Fato é que com a idade as células do Sistema Imunitário sofrem alterações a nível genético como a deleção ou surgimento de genes que alteram a sua expressão de superfície, a sua proliferação e a sua resposta a antigénios. As próprias alterações dos Órgãos dos Sistema Linfático, sendo exemplo a involução tímica, têm forte influência na expressão de recetores e no nível de Linfócitos T periféricos, evidenciando-se uma inversão no rácio de Linfócitos T CD4 e CD8, naïve e maduros. Conduz isto, a uma capacidade de resposta diminuída a uma vacinação preventiva, a uma resposta imunológica deficiente a novas morbilidades ou ao ressurgimento de antigas infeções latentes. Vírus com capacidade latente apresentam capacidade de esgotar a capacidade proliferativa do Sistema Imunitário acelerando o processo de Imunosenescência. Novos estudos procuram aprumar a resposta imunológica na vacinação da população idosa. O encurtamento de Telómeros marca a Imunosenescência na proliferação celular, sendo a replicação celular limitativa na maturação destas, surgindo em último caso Linfócitos T não proliferantes mas ainda secretores de citoquinas pró-inflamatórias, tais como a IL-6 e TNF-α. Aliada a um acumular de lesões fruto de radicais oxidativos provenientes da respiração celular que podem causar dano no ADN, surgem as condições necessárias para uma condição crónica de Inflamação prejudicial aos tecidos. Como resposta a todas as agressões as células desenvolvem um Fenótipo Secretório Associado à Imunosenescência procurando defender o organismo do desenvolvimento de cancros conduzindo as células a um envelhecimento programado. Falhas no correto funcionamento do ADN podem causar resistência à Apoptose e o acumular de células incapazes e paradoxalmente conduzir a casos de maior Inflamação crónica.pt_PT
dc.identifier.tid201183250pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/14133
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectImunosenescênciapt_PT
dc.subjectSistema imunitário inatopt_PT
dc.subjectSistema imunitário adaptativopt_PT
dc.subjectVacinaçãopt_PT
dc.titleImunosenescênciapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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