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Advisor(s)
Abstract(s)
O objetivo do presente trabalho é caracterizar a estrutura económico-financeira quer
das empresas vitivinícolas portuguesas, quer das regiões vitivinícolas.
Com o intuito de contextualizar o objeto de estudo procedeu-se ao enquadramento do
setor na economia portuguesa, em termos de área cultivada, volume de emprego e
valor de exportação.
A caracterização do produto e do setor foi testada pela análise das forças microenvolventes
do mercado, ou seja, pela análise da estrutura do mercado vitivinícola, de
forma a avaliar os níveis de concorrência e de inovação.
Selecionou-se uma amostra de empresas vitivinícolas, a qual foi desdobrada por
região vitivinícola e recolheu-se informação financeira dos exercícios de 2006 a 2008,
para determinar o valor de quatro grupos de indicadores: Rendibilidade, Liquidez,
Alavanca Financeira e Funcionamento.
Constatou-se que o setor sofre uma forte rivalidade ao nível interno e externo, por
parte de concorrentes atuais e potenciais, clientes, fornecedores e muito menos por
produtos substitutos.
Concluiu-se que se verificam resultados díspares entre regiões vitivinícolas, sendo o
Norte e o Alentejo as regiões com maior e menor número de empresas, volume de
negócios, rendibilidade e a liquidez, respetivamente. A região de Lisboa é a que
apresenta menor autonomia financeira e a região Centro é aquela em que a rotação
dos capitais próprios e dos inventários é a mais elevada.
Description
Trabalho apresentado no XV Encuentro AECA, 20-21 de setembro 2012, Ofir, Portugal