| dc.contributor.author | Antunes, Ana Luísa Filipe Martins | |
| dc.date.accessioned | 2024-02-28T14:44:47Z | |
| dc.date.available | 2024-02-28T14:44:47Z | |
| dc.date.issued | 2023-11 | |
| dc.description.abstract | Enquadramento: A segurança do doente constitui uma componente essencial na garantia da qualidade em saúde, sendo uma prioridade de Governos e Instituições. Os profissionais nos contextos organizacionais são os responsáveis por garantir a qualidade e a segurança dos cuidados de saúde e a avaliação da perceção da CS é crucial para implementar mudanças comportamentais. Objetivos: Descrever a cultura de segurança do doente (CSD) percecionada pelos profissionais de um Centro Hospitalar de Portugal. Metodologia: Estudo descritivo, de abordagem quantitativa. Realizado num Centro Hospitalar da região centro, com uma amostra não-probabilística por conveniência constituída por 177 profissionais. A recolha de dados foi realizada através do preenchimento, digital, do questionário de avaliação da CSD desenvolvido a partir do Hospital Survey on Patient Safety Culture (SOPS®), versão 2.0, lançado em 2019 pela AHRQ, traduzido para a população portuguesa com autorização da AHRQ, em outubro de 2022, onde são avaliadas 10 dimensões da CSD. A análise estatística descritiva dos dados foi realizada de acordo com a natureza das variáveis e com recurso ao SPSS versão 24. Resultados: Os participantes foram maioritariamente enfermeiros de cuidados gerais. A dimensão Trabalho em Equipa foi a dimensão com maior percentagem de respostas positivas (67,3%). As dimensões com positividade mais baixa, constituindo oportunidades de melhoria prioritária, foram as dimensões Equipa e Ritmo de Trabalho (40,6%), Resposta ao Erro (38,9%), Notificação de Eventos de Segurança do Doente (39,7%) e Apoio da Gestão Hospitalar na segurança do doente (39%). Conclusão: Os resultados apresentados traduzem a necessidade de adotar estratégias de melhoria ao nível da CSD da Instituição. É fundamental o comprometimento da liderança da instituição com a SD, que privilegie as condições de trabalho dos profissionais e promova uma cultura de aprendizagem não punitiva, de aperfeiçoamento permanente e de reporte dos erros em prol da qualidade dos cuidados e da SD. Reconhecemos algumas limitações na investigação, nomeadamente, o tamanho da amostra o que condiciona a generalização dos resultados. | pt_PT |
| dc.description.version | N/A | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/50082 | |
| dc.language.iso | N/A | pt_PT |
| dc.publisher | Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa | pt_PT |
| dc.subject | Gestão de segurança | pt_PT |
| dc.subject | Pessoal de saúde | pt_PT |
| dc.subject | Hospital | pt_PT |
| dc.subject | Segurança do paciente | pt_PT |
| dc.title | Cultura de Segurança do Doente Hospitalizado: Perceção dos Profissionais | pt_PT |
| dc.type | other | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | other | pt_PT |
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