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Tendo como ponto de partida o conceito de liberdade de informação, consagrada na Constituição da República Portuguesa, procura-se avaliar em que medida a informação de proximidade produzida pelos jornais de difusão nacional tem procurado dar resposta ao direito fundamental dos cidadãos a serem informados.
Observa-se que os jornais, as rádios e as estações de televisão, nas últimas décadas, em vez de aprofundarem e aperfeiçoarem essa resposta, têm desinvestido e retirado do território as suas estruturas redatoriais de proximidade aos contextos geográficos e sociais. Tal movimento acontece ao arrepio da missão de que historicamente estão imbuídos, e das atribuições de um Estado de Direito aos órgãos de comunicação social, de contribuírem para o aprofundamento da democracia em sociedades cada vez mais diversas
e pluriculturais. Através de um estudo de caso relativo ao distrito de Coimbra, de dois jornais de difusão
nacional, o Público e o JN, que incluirá uma análise comparada com um intervalo de 25 anos, procurar-se-á identificar o que mudou, se houve uma densificação ou uma rarefação no cumprimento do direito do cidadão à informação.
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Democracia Liberdade de Informação Liberdade de Imprensa Direito à Informação Jornais Comunicação Esfera Pública Participação Política Cidadania
