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A compaixão nos cuidados de enfermagem à criança e sua família

dc.contributor.authorFigueiredo, Isabel Maria
dc.date.accessioned2015-07-21T13:56:07Z
dc.date.available2015-07-21T13:56:07Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractOs cuidados de enfermagem tiveram na sua origem o “caráter compassivo”, juntamente com outras qualidades e virtudes que Nightingale imprimiu à profissão. Nos nossos dias o tema da compaixão, no nosso país e no contexto da enfermagem, apresenta-se pouco trabalhado, suscitando dúvidas quanto à sua concetualização. Este estudo tem como objetivo principal contribuir para a análise do conceito de compaixão inerente à prática profissional dos enfermeiros, através da exploração deste conceito no âmbito dos cuidados em pediatria. As questões centrais a que se procurou dar uma resposta no presente estudo foram: qual é, para os enfermeiros, o lugar da compaixão nos cuidados de enfermagem à criança e sua família? Como a definem? Trata-se de um estudo exploratório, descritivo, de abordagem qualitativa, orientado, em grande parte, pelo método de análise concetual proposto por Walker e Avant (2005). Foram realizadas entrevistas semiestruturadas a nove enfermeiros, que prestam cuidados a crianças e suas famílias, no contexto de pediatria. A análise de dados foi realizada com base na técnica de análise de conteúdo de Bardin. Da análise e discussão dos resultados salienta-se que o conceito de compaixão está alicerçado em três antecedentes: é intrínseco ao “ser” de cada um, estar atento ao outro, reconhecer o sofrimento. Como atributos do conceito emergiram o fazer parte do “ser bom enfermeiro” – acompanha a técnica, é dever ético e atribui qualidade aos cuidados -; é benevolência que nos impele a fazer algo pelo outro, nomeadamente a aliviar o sofrimento, a ajudar ou a dar apoio; é estar com o outro, através da presença, da comunicação e estabelecendo uma X relação, com empatia, transmitindo esperança, com respeito e sem juízos de valor. Como consequências surgiram a satisfação dos intervenientes e o bom ambiente de trabalho. Segundo as opiniões dos participantes a compaixão é difícil de definir, é diferente de outros conceitos, pode desenvolver-se e deve ter limites. Os resultados deste estudo representam um contributo importante para o conhecimento e compreensão do conceito de compaixão nos cuidados de enfermagem à criança e sua família, bem como para uma compreensão efetiva da sua relevância e pertinência no contexto de uma prática de cuidados humanizados.por
dc.identifier.tid201213915
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/9409
dc.language.isoporpor
dc.subjectEnfermagem pediátricapor
dc.subjectCompaixãopor
dc.titleA compaixão nos cuidados de enfermagem à criança e sua famíliapor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.levelmestrepor
thesis.degree.nameEnfermagem de Saúde Infantil e Pediatriapor

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