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Orientador(es)
Resumo(s)
This scoping review maps recent research on Computational Thinking in preschool education published between 2017 and 2025 and indexed in the Scopus database. Following the methodological framework proposed by Arksey and O’Malley and Levac et al., the review addressed the question: What approaches, pedagogical strategies, and effects are reported in recent literature on Computational Thinking in early childhood education? Using the PCC framework (Population: children aged 3–6; Concept: Computational Thinking; Context: preschool education), a systematic search and screening process resulted in the inclusion of 19 empirical studies. Data extraction focused on publication trends, educational contexts, methodological designs, and research foci. Results reveal a marked increase in scientific production from 2022 onwards, with a notable concentration of studies in 2025, indicating the consolidation of Computational Thinking as an emerging field in early childhood education. The findings highlight the predominance of educational robotics and unplugged activities, alongside diverse approaches such as game-based learning, digital storytelling, STEAM projects, and artistic and embodied practices. Across studies, positive effects were reported on algorithmic thinking, sequencing, problem-solving, collaboration, and self-regulation. The role of educators and inclusive, culturally responsive practices emerged as central to effective implementation. Despite the growing body of evidence, limitations related to the concentration of studies in specific databases and contexts persist. Overall, the review indicates that Computational Thinking in preschool education holds significant educational potential, provided that its integration is supported by intentional pedagogical practices, appropriate assessment tools, and continuous teacher professional development.
A presente scoping review mapeia a investigação recente sobre o Pensamento Computacional na educação pré-escolar, publicada entre 2017 e 2025 e indexada na base de dados Scopus. Seguindo o enquadramento metodológico proposto por Arksey e O’Malley e por Levac et al., a revisão procurou responder à questão: Que abordagens, estratégias pedagógicas e efeitos são descritos na literatura recente sobre o Pensamento Computacional no pré-escolar? Com base no modelo PCC (População: crianças dos 3 aos 6 anos; Conceito: Pensamento Computacional; Contexto: educação pré-escolar), foi realizado um processo sistemático de pesquisa e seleção, resultando na inclusão de 19 estudos empíricos. A extração de dados centrou-se nas tendências de publicação, contextos educativos, desenhos metodológicos e focos investigativos. Os resultados evidenciam um crescimento acentuado da produção científica a partir de 2022, com destaque para 2025, revelando a consolidação do Pensamento Computacional como campo emergente na educação de infância. Destacam-se a predominância da robótica educativa e das atividades unplugged, bem como a diversidade de abordagens, incluindo aprendizagem baseada em jogos, storytelling digital, projetos STEAM e práticas artísticas e corporais. De forma consistente, os estudos reportam efeitos positivos no desenvolvimento do pensamento algorítmico, da sequenciação, da resolução de problemas, da colaboração e da autorregulação. O papel do educador e a atenção a práticas inclusivas e culturalmente relevantes emergem como fatores determinantes para uma implementação eficaz. Apesar do crescimento do campo, persistem limitações associadas à concentração de estudos em bases de dados e contextos específicos. No conjunto, os resultados indicam que o Pensamento Computacional no préescolar apresenta elevado potencial educativo, desde que sustentado por práticas pedagógicas intencionais, instrumentos de avaliação adequados e formação contínua de educadores.
A presente scoping review mapeia a investigação recente sobre o Pensamento Computacional na educação pré-escolar, publicada entre 2017 e 2025 e indexada na base de dados Scopus. Seguindo o enquadramento metodológico proposto por Arksey e O’Malley e por Levac et al., a revisão procurou responder à questão: Que abordagens, estratégias pedagógicas e efeitos são descritos na literatura recente sobre o Pensamento Computacional no pré-escolar? Com base no modelo PCC (População: crianças dos 3 aos 6 anos; Conceito: Pensamento Computacional; Contexto: educação pré-escolar), foi realizado um processo sistemático de pesquisa e seleção, resultando na inclusão de 19 estudos empíricos. A extração de dados centrou-se nas tendências de publicação, contextos educativos, desenhos metodológicos e focos investigativos. Os resultados evidenciam um crescimento acentuado da produção científica a partir de 2022, com destaque para 2025, revelando a consolidação do Pensamento Computacional como campo emergente na educação de infância. Destacam-se a predominância da robótica educativa e das atividades unplugged, bem como a diversidade de abordagens, incluindo aprendizagem baseada em jogos, storytelling digital, projetos STEAM e práticas artísticas e corporais. De forma consistente, os estudos reportam efeitos positivos no desenvolvimento do pensamento algorítmico, da sequenciação, da resolução de problemas, da colaboração e da autorregulação. O papel do educador e a atenção a práticas inclusivas e culturalmente relevantes emergem como fatores determinantes para uma implementação eficaz. Apesar do crescimento do campo, persistem limitações associadas à concentração de estudos em bases de dados e contextos específicos. No conjunto, os resultados indicam que o Pensamento Computacional no préescolar apresenta elevado potencial educativo, desde que sustentado por práticas pedagógicas intencionais, instrumentos de avaliação adequados e formação contínua de educadores.
Descrição
Palavras-chave
Computational Thinking Early Childhood Education Preschool Scoping Review
Contexto Educativo
Citação
Silva, R., Silva, M. G., Monteiro, S., & Couto, F. (2025). Computational Thinking in Preschool Education: Trends and Evidence from Recent Research. Journal of Technologies Information and Communication, 5(2), 43278. https://doi.org/10.55267/rtic/19048
Editora
IADITI
