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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A paralisia cerebral pode ser definida como uma encefalopatia crónica infantil nãoprogressiva,
ou uma disfunção neuromotora que decorre de lesões no encéfalo em
desenvolvimento, levando a distúrbios de motricidade, tónus e postura, podendo ou não ter
comprometimento cognitivo. (Deborah Riebe et al., 2018).
O presente trabalho teve como objetivo analisar « o impacto do exercício físico na qualidade
de vida de uma adulta com paralisia cerebral, na forma de diplegia espástica, através da
implementação de um programa de treino de 8 semanas.
Descrição
Palavras-chave
Paralisia Cerebral Exercício Físico Pessoas com deficiência
