Publication
O lugar do afecto na prática de cuidados de enfermagem em contexto pediátrico
dc.contributor.author | Paulo, Marisa | |
dc.contributor.author | Alexandre, Vitor | |
dc.contributor.author | Galhofas, Tânia | |
dc.contributor.author | Mil-Homens, Susana | |
dc.date.accessioned | 2018-08-29T14:34:30Z | |
dc.date.available | 2018-08-29T14:34:30Z | |
dc.date.issued | 2010-12 | |
dc.description.abstract | Na prática de cuidados de enfermagem, o amor tem vindo a ser apontado como característica definidora do Cuidar, sendo o conceito originário do inglês “caring” utilizado como sinónimo de amor, afecto, carinho ou ser atencioso, ser cuidadoso. A dimensão afectiva da enfermagem em contexto pediátrico adquire contornos peculiares pois, por um lado as crianças/jovens despertam nos seus cuidadores sentimentos de vinculação, amor e afecto que levam ao desenvolvimento de relacionamentos de protecção enriquecidos por uma partilha emocional. Por outro lado, as crianças/jovens a viverem uma situação de doença e hospitalização, e suas famílias, beneficiam da criação de contextos relacionais com uma tonalidade afectiva. Porém, levantam-se diversas questões que corroboram mas que também são críticas quanto à temática do afecto/amor e que são merecedoras de debate científico intra e interdisciplinar. Uma revisão sistemática da literatura poderá ser um contributo para este debate científico, pretendendo-se sistematizar a evidência científica produzida na actualidade, e através desta compreender o lugar do afecto na relação enfermeiro-cliente pediátrico. Para tal, foram identificados e analisados 6 artigos de investigação à luz da método PI(C)OD. Os resultados revelam que o afecto está fortemente presente nas atitudes dos enfermeiros, nas acções dos enfermeiros e no ambiente de cuidados de enfermagem, de acordo com as perspectivas dos actores envolvidos: crianças, jovens, pais e enfermeiros. Conclui-se que nos cuidados de enfermagem em contexto pediátrico o afecto influencia favoravelmente múltiplos aspectos do cuidar, não se cingindo a um momento/acção/interacção particular, e promove o bem-estar dos clientes em situação de doença e hospitalização. | pt_PT |
dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
dc.identifier.citation | Pensar Enfermagem, Vol. 14 N.º 2 2º Semestre de 2010 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/23951 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.publisher | Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Enfermagem | pt_PT |
dc.subject | Afecto | pt_PT |
dc.subject | Cuidar | pt_PT |
dc.subject | Enfermagem pediátrica | pt_PT |
dc.subject | Criança | pt_PT |
dc.subject | Jovem | pt_PT |
dc.subject | Familia | pt_PT |
dc.subject | Hospitalização | pt_PT |
dc.title | O lugar do afecto na prática de cuidados de enfermagem em contexto pediátrico | pt_PT |
dc.title.alternative | perspectivas de crianças, jovens, pais e enfermeiros | pt_PT |
dc.type | journal article | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
oaire.citation.endPage | 81 | pt_PT |
oaire.citation.issue | 2 | pt_PT |
oaire.citation.startPage | 70 | pt_PT |
oaire.citation.title | Pensar Enfermagem | pt_PT |
oaire.citation.volume | 14 | pt_PT |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | article | pt_PT |