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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente trabalho tem como objectivo analisar a complementaridade ou incompatibilidade das opções político-estratégicas que se colocam a Portugal neste início de século XXI, marcado por um mundo em acelerada mudança.
Este assunto reveste-se de especial importância pela sua actualidade, uma vez que a Europa prepara-se para grandes transformações, como consequência do maior alargamento da sua história, da adopção de um conceito estratégico e da aprovação de uma Constituição Europeia.
Efectuámos uma análise à História de Portugal, no sentido de identificar as constantes que identificaram o modelo Atlântico adoptado por Portugal até ao último quartel do Séc. XX. Estudámos os motivos e o trajecto de adesão de Portugal à CEE, que o levaram a abandonar um projecto velho de cinco séculos. Analisámos também qual a evolução Portuguesa após a adesão, e os motivos que o encaminharam para uma opção euro-atlântica.
No que diz respeito à União Europeia, analisámos os factos que marcaram a construção europeia, pondo em evidência as duas linhas de pensamento (atlantista e europeísta) que marcaram essa construção e quais as consequências e os desafios que o alargamento trará para a UE. Estudámos
a Constituição Europeia no sentido de identificar quais as grandes transformações preconizadas neste documento refundador da União.
Estes foram os alicerces que serviram de apoio para dar resposta à questão central por nós levantada.
Concluímos que Europeísmo e Atlantismo são complementares e que a opção euro-atlântica é a que melhor serve o interesse nacional, não constituindo opção a exclusividade entre Europeísmo ou Atlantismo. No que diz respeito à transformação da Europa, é vital para o nosso país não permitir que a Europa deixe de ser atlântica.
Descrição
Palavras-chave
Europeísmo Atlantismo Incompatibilidade Complementaridade Portugal
