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Advisor(s)
Abstract(s)
Based on the concept of Fashion as a system (Lipovetsky, 2009), this
work aims to investigate where Maria Grazia Chiuri’s inspiration for her
debut collection for Dior came from and how gender ideology and the
consumerism of luxury items have been imbricated since she took over
as creative director of the brand. Thereafter, this research seeks to
understand how the designer's inspiration and the question of gender
ideology might have created a new identity at Dior and, therefore, its
consumer. To this end, a qualitative-interpretative analysis (Erickson,
1986) of Maria Grazia Chiuri's first collection is carried out through the
lenses of theoretical assumptions related to Liquid Modernity (Bauman,
2000), Hypermodernity (Lipovetsky, 2004), the sociodiscursive
construction of identities (Bucholtz and Hall, 2005), gender expression
and performativity (Butler, 1999; Adichie, 2014), and the psychology of
consumer ethnocentrism and cosmopolitanism (Prince et. al. 2020). The
data suggest a dialectical relationship between feminine and feminism
throughout Chiuri's debut collection, and point to Fashion as a powerful
instrument, through which sociocultural (r)evolutions may be proposed.
Com base no conceito de Moda como um sistema (Lipovetsky, 2009), este trabalho tem por objetivo investigar de onde veio a inspiração da designer Maria Grazia Chiuri em sua coleção de estreia à frente da direção criativa da maison Dior e como a ideologia de gênero e o consumo de itens de luxo estão embricados desde sua entrada na grife. A partir disso, busca-se entender como a inspiração da designer e a questão de ideologia de gênero criaram uma nova proposta de identidade na Dior e, por conseguinte, do seu consumidor. Para tanto, realiza-se uma análise qualitativa-interpretativista (Erickson, 1986) da primeira coleção de Maria Grazia Chiuri à luz dos pressupostos teóricos relacionados à Modernidade Líquida (Bauman, 2000), Hipermodernidade (Lipovetsky, 2004), a construção sociodiscursiva das identidades (Bucholtz e Hall, 2005), a expressão e performatividade do gênero (Butler, 1999; Adichie, 2014), e a psicologia do etnocentrismo e cosmopolitismo do consumidor (Prince et. al. 2020). Os dados sugerem uma relação dialética entre feminino e feminismo atravessando a coleção de estreia de Chiuri, e apontam para a Moda como um poderoso instrumento, por meio do qual (r)evoluções socioculturais podem ser propostas.
Com base no conceito de Moda como um sistema (Lipovetsky, 2009), este trabalho tem por objetivo investigar de onde veio a inspiração da designer Maria Grazia Chiuri em sua coleção de estreia à frente da direção criativa da maison Dior e como a ideologia de gênero e o consumo de itens de luxo estão embricados desde sua entrada na grife. A partir disso, busca-se entender como a inspiração da designer e a questão de ideologia de gênero criaram uma nova proposta de identidade na Dior e, por conseguinte, do seu consumidor. Para tanto, realiza-se uma análise qualitativa-interpretativista (Erickson, 1986) da primeira coleção de Maria Grazia Chiuri à luz dos pressupostos teóricos relacionados à Modernidade Líquida (Bauman, 2000), Hipermodernidade (Lipovetsky, 2004), a construção sociodiscursiva das identidades (Bucholtz e Hall, 2005), a expressão e performatividade do gênero (Butler, 1999; Adichie, 2014), e a psicologia do etnocentrismo e cosmopolitismo do consumidor (Prince et. al. 2020). Os dados sugerem uma relação dialética entre feminino e feminismo atravessando a coleção de estreia de Chiuri, e apontam para a Moda como um poderoso instrumento, por meio do qual (r)evoluções socioculturais podem ser propostas.
Description
Keywords
Fashion Consumerism Feminism Femininity Dior Hypermodernity Liquid modernity Sociodiscursive construction of identities Gender ideology Ethnocentrism Cosmopolitanism
