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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A medicina dentária forense encontra-se em ascensão, sendo hoje consensual, que os médicos dentistas forenses são indispensáveis numa equipa forense. A identificação humana através da perícia médico-dentária tem ganho maior importância, devido ao aumento da criminalidade, e da propensão para grandes catástrofes, apresentando um papel preponderante principalmente na identificação postmortem.
Os dentes apresentam-se como uma das estruturas mais resistentes do corpo humano, resistindo à decomposição e a condições ambientais bastante adversas, como temperaturas elevadas e submersão.
Uma das técnicas de identificação mais utilizada é a identificação dentária comparativa que, tal como o nome indica, compara registos dentários antemortem e posmortem, sendo as comparações realizadas através de radiografias as mais fiáveis. Para que esta comparação seja possível, é necessário que os dados antemortem se encontrem devidamente atualizados e preenchidos.
As informações que os dentes nos permitem recolher, tornam possível fazer várias estimativas em relação à vítima ou suspeito agressor, como é o caso da idade, sexo e afinidade populacional.
Tanto registo e análise de marcas de mordida, como a identificação humana nos desastres em massa apresentam-se como dos mais complexos desafios da medicina dentária forense.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Medicina dentária forense Identificação humana Estimativa da idade
