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Portugal, os Pequenos Estados e a União Europeia

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Este artigo analisa o peso polĆ­tico dos pequenos e mĆ©dios Estados e as oportunidades e constrangimentos a que tĆŖm estado sujeitos. Na primeira parte, analisa-se a evolução do conceito de pequenos e mĆ©dios Estados: os primeiros sĆ£o actualmente unidades sem capacidade autónoma de defesa e os segundos sĆ£o Estados de maior relevĆ¢ncia internacional sem capacidade de igualar o estatuto de grande potĆŖncia. A mudanƧa sistĆ©mica do inĆ­cio dos anos 1990 levou Ć  necessidade de aplicar estes conceitos Ć  escala regional. Na Europa – o objecto de anĆ”lise da segunda parte – devem ser classificadas como mĆ©dias potĆŖncias a ItĆ”lia, a Holanda, a Espanha e a Polónia, entre as potĆŖncias regionais (FranƧa, GrĆ£-Bretanha e Alemanha) e os pequenos estados. Os Ćŗltimos – salvo excepƧƵes especĆ­ficas – tĆŖm preferido uma polĆ­tica externa rumo ao aprofundamento da integração Europeia e TransatlĆ¢ntica, optando relutantemente por um ou outro vector quando as circunstĆ¢ncias conjunturais assim o obrigam. Portugal, estudado na terceira parte, nĆ£o tem fugido Ć  regra. Finalmente, esclarece- se que as recentes mudanƧas no sistema de decisĆ£o Europeu – que apontam para a criação de um directório constituĆ­do pelas trĆŖs potĆŖncias regionais – deverĆ£o levar os pequenos e mĆ©dios Estados a mudar as suas polĆ­ticas no sentido de se adaptarem a novos equĆ­librios

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Palavras-chave

Relações internacionais Política externa Política externa História Geopolítica Conceito Poder regional Pequenos estados Integração europeia NATO (EUA, 1949) UE (a partir de 1993) Portugal EUA

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