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Publicação

Estabelecimentos Fabris do Exército

dc.contributor.authorVeloso, Paulo
dc.date.accessioned2016-03-09T09:52:15Z
dc.date.available2016-03-09T09:52:15Z
dc.date.issued2002
dc.description.abstractA Lei de Defesa Nacional e todas as resoluções sobre o Conceito Estratégico de Defesa Nacional fazem referência explícita às Indústrias de Defesa, considerando-as parte integrante da estrutura de Defesa. Os grandes objectivos orientadores das Indústrias de Defesa – proporcionar, no maior grau compatível, o equipamento e a sustentação das Forças Armadas (FA) e ser factor de desenvolvimento industrial e tecnológico do País – estão, de facto, implícitos no próprio Conceito Estratégico de Defesa Nacional. A existência de FA é considerada como um dos elementos intrínsecos do conceito de soberania. Ligada à existência das FA surgiu a necessidade de assegurar o fornecimento de armas e de outros materiais necessários para fazer a guerra, sem dependência de outros, o que conduziu à criação de capacidades de fabrico próprias. Portugal não escapou a este quadro e no seu longo percurso histórico sempre procurou dispor do grau de autonomia possível no seu aprovisionamento militar, como ficou bem patente no período em que as nossas FA estiveram envolvidas em operações em África. Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, com o fim do empenhamento militar, ocorreu uma drástica redução de efectivos e dos orçamentos das FA, o que se reflectiu naturalmente na progressiva degradação do aparelho produtivo, isto é, das fábricas, oficinas, estabelecimentos e arsenais, bem como das empresas civis, que proviam e mantinham o armamento e mais material para as FA. A necessidade de reestruturar tornou-se premente, tendo sido nomeadas comissões para resolver estes problemas, a Comissão Coordenadora da Reestruturação das Indústrias de Defesa (CORINDE - a primeira após o 25 de Abril de 1974) e a Comissão de Reorganização das Actividades Industriais de Defesa (CRACID). Estas comissões emitiram relatórios em que algumas das suas propostas não foram levadas em linha de conta, continuando este problema sem uma solução aparente.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/11934
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherIUMpt_PT
dc.subjectConceito Estratégico de Defesa Nacionalpt_PT
dc.subjectIndústrias de Defesapt_PT
dc.subjectEstabelecimentos Fabris do Exércitopt_PT
dc.subjectManutençãopt_PT
dc.subjectExtinçãopt_PT
dc.titleEstabelecimentos Fabris do Exércitopt_PT
dc.title.alternativeContributos para uma decisão sobre a sua manutenção ou extinçãopt_PT
dc.typeother
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeotherpt_PT

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