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Authors
Lopes, Ricardo Jorge Rodrigues
Advisor(s)
Abstract(s)
A guerra Rússia-Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, tem tido profundas implicações para a segurança mundial e para a postura estratégica da aliança da NATO. Desencadeado pela invasão da Rússia sob o pretexto de proteger as populações de língua russa e de contrariar a expansão da NATO para leste, o conflito tem raízes na anexação da Crimeia em 2014 e nas tensões em curso nas regiões de Donetsk e Luhansk.
A defesa da Ucrânia, reforçada por sistemas avançados de defesa Antiaérea como o S-300, NASAMS, IRIS-T, PATRIOT e MANPADS (por exemplo, Stinger e Starstreak), tem combatido eficazmente as ameaças aéreas russas, impedindo Moscovo de alcançar a superioridade aérea total. A forte resposta internacional, em particular de vários países da NATO, incluiu uma ajuda militar significativa, formação e reforço das defesas da Europa de Leste. Este conflito levou a um aumento das despesas na defesa entre os países membros da NATO, a uma maior prontidão militar e a adaptações estratégicas, incluindo a potencial adesão da Finlândia e da Suécia à aliança, esta última, entretanto já concretizada.
O atual conflito armado e os avanços tecnológicos e de armamento na Artilharia Antiaérea devem motivar uma reavaliação da estratégia de defesa portuguesa, abrangendo a avaliação dos recursos disponíveis, a capacitação existente e as perspetivas de investimento futuro.
De um modo geral, a guerra sublinha a importância crítica dos sistemas de defesa aérea e da cooperação internacional na manutenção da estabilidade regional e no combate a ações agressivas.
Description
Keywords
Artilharia Antiaérea Defesa Antiaérea Guerra na Ucrânia Sistemas de Armas Anti-aircraft artillery Anti-aircraft defence War in Ukraine Weapons Systems
