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Anticoagulação oral em pacientes submetidos a tratamento médico-dentário: proposta de normas terapêuticas
| dc.contributor.advisor | Salvado, Francisco | |
| dc.contributor.advisor | Costa, Isabel Margarida | |
| dc.contributor.author | Vale, Andreia Filipa Guerreiro do | |
| dc.date.accessioned | 2017-04-03T11:46:02Z | |
| dc.date.available | 2017-04-03T11:46:02Z | |
| dc.date.issued | 2017-02 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | As doenças cardiovasculares são atualmente um grande problema de saúde pública. Fatores como tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, hábitos alimentares e o próprio envelhecimento natural do indivíduo levam ao surgimento de alterações metabólicas e fisiológicas no organismo que se traduzem numa maior ocorrência destas doenças. Muitas vezes, o seu tratamento passa pela administração de fármacos anticoagulantes, que possuem como objetivo terapêutico principal a redução significativa da coagulação sanguínea sem aumentar significativamente o risco hemorrágico, prevenindo assim a formação de trombos, o que acaba por proteger o paciente da ocorrência de eventos tromboembólicos fatais. Na terapêutica crónica normalmente são utilizados os antagonistas da vitamina K (AVK), onde se destaca a varfarina e mais recentemente os novos anticoagulantes orais (NACO) como o dabigatrano etexilato, rivaroxabano, apixabano edoxabano. Devido ao aumento da prevalência de doenças cardiovasculares com mais indivíduos a realizar terapêutica anticoagulante e já que tendência atual é a de manter e conservar a dentição é expectável que o médico dentista se depare cada vez mais com pacientes anticoagulados que necessitem de realizar tratamentos médico-dentários. Embora existam várias publicações acerca desta temática, a gestão dos pacientes anticoagulados sujeitos a estas intervenções continua a suscitar muitas questões entre a classe médica. Uma vez que certos procedimentos dentários acarretam algum grau de hemorragia, é importante que o médico dentista consiga avaliar tanto o risco tromboembólico de cessar a terapêutica anticoagulante como o risco hemorrágico se continuar no mesmo regime terapêutico. A prévia avaliação detalhada do paciente permite que o clínico execute os seus procedimentos com mais segurança e prepara-o para possíveis complicações. Objetivos: Rever quais os fármacos anticoagulantes disponíveis no mercado português; Aferir o que indicam as guidelines atualmente existentes na gestão do paciente a realizar terapia anticoagulante oral e que necessite de realizar simultaneamente tratamentos médico-dentários; Propor normas terapêuticas de atuação. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201675390 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/18136 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Anticoagulação | pt_PT |
| dc.subject | Anticoagulantes orais | pt_PT |
| dc.subject | Procedimentos dentários | pt_PT |
| dc.subject | Normas | pt_PT |
| dc.title | Anticoagulação oral em pacientes submetidos a tratamento médico-dentário: proposta de normas terapêuticas | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina Dentária | pt_PT |
