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Publicação

Comunicação e cultura organizacionais e planeamento e gestão de SHST numa instituição pública

datacite.subject.fosCiências Médicaspt_PT
dc.contributor.advisorFerreira, Ana Maria da Conceição, 1974-
dc.contributor.advisorFigueiredo, João Paulo de, 1974-
dc.contributor.advisorSimões, Helder José da Silva, 1971-
dc.contributor.authorDias, Margarida Maria Ramos, 1967-
dc.date.accessioned2016-11-17T15:49:28Z
dc.date.available2016-11-17T15:49:28Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractOs tempos modernos da globalização requerem políticas de gestão integradas, apresentando-se as condições de trabalho indispensáveis para a vitalidade da organização. Todos se devem assumir como agentes na prossecução do bem comum, do interesse e cidadania organizacionais. A comunicação povoa todas as realidades de uma organização, apresentando-se como uma via idónea e excecional graças às suas caraterísticas de baixo custo, versatilidade e eficácia. Para Aristóteles, a comunicação era a procura de todos os meios disponíveis para a persuasão, com o intuito de levar os outros a adotarem o ponto de vista do comunicador. Na atualidade, mais do que influenciar para persuadir, deve transformar pela experiência da relação, pressupondo-se como via de motivação e cultivação do bem-estar físico, psicológico e social. O objetivo central deste trabalho foi avaliar, através de um inquérito, o grau de satisfação dos trabalhadores de uma instituição pública relativamente a duas grandes dimensões: a comunicação e cultura organizacionais e o planeamento e gestão de segurança, higiene e saúde. A amostragem foi não probabilística quanto ao tipo e por conveniência quanto à técnica. A amostra foi constituída por trabalhadores docentes e não docentes de 6 unidades orgânicas e 2 serviços do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC). Os dados foram tratados através do software IBM SPSS Statistics. A interpretação dos testes estatísticos foi realizada com base no nível de significância de p = 0,05, com intervalo de confiança de 95%. Concluiu-se existir um grau de satisfação razoável no que respeita às duas dimensões, onde não houve registo de diferenças estatisticamente significativas entre elas, mas onde a antiguidade, a idade e o género em função da carreira foram fatores diferenciadores. A perceção dos Trabalhadores quanto à gestão e planeamento da SHST foi mais positiva comparativamente com a cultura e comunicação internas. Mostraram-se, tendencialmente mais críticos os trabalhadores com idades compreendidas entre os 40-49 anos: os não docentes do género feminino e habilitação superior e os docentes do género masculino. Concluímos que a comunicação organizacional é uma variável forte a considerar no bem-estar e motivação dos trabalhadores. Defendemos que é um meio eficaz e recurso inestimável a integrar nas estratégias de gestão para otimizar resultados.pt_PT
dc.identifier.tid201745909
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/15498
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_PT
dc.subjectAdministração de recursos humanospt_PT
dc.subjectComunicaçãopt_PT
dc.subjectCultura organizacionalpt_PT
dc.subjectTrabalhadorespt_PT
dc.subjectMotivaçãopt_PT
dc.subjectSaúde ocupacionalpt_PT
dc.titleComunicação e cultura organizacionais e planeamento e gestão de SHST numa instituição públicapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Segurança e Saúde do Trabalhopt_PT

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