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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente estudo baseia-se na convicção de que a relação que se estabelece com as chefias de enfermagem tem influência no burnout existente nos enfermeiros.
Foi então delineada uma pesquisa do tipo exploratória correlacional, com o propósito de verificar esta possível relação.
A amostra foi constituída por 128 enfermeiros pertencentes a uma instituição privada de saúde de Lisboa - Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa.
A temática foi enquadrada no estado da arte e posteriormente realizado um estudo de campo, bem como definido o quadro teórico que sustenta as hipóteses formuladas.
De entre os principais resultados obtidos salientam-se:
Baixo índice de burnout na amostra estudada, com valores de 1.95 na sub-escala exaustão emocional, 1.03 na sub-escala despersonalização e 4.42 na sub-escala realização pessoal;
Existência de uma relação significativa entre a variável sociodemográfica “idade” e a sub-escala “exaustão emocional” do burnout;
Classificação da relação com a chefia dos enfermeiros da nossa amostra ao nível intermédio de satisfatória;
Relação com a chefia é mais elevada entre os enfermeiros do género masculino e os enfermeiros que não trabalham por turnos;
Existência de relação estatisticamente significativa nos enfermeiros entre a “exaustão emocional” e a relação com a chefia.
Descrição
Mestrado , Gestão em Enfermagem, 2012, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
Palavras-chave
Liderança Supervisão de enfermagem
