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Tratamento médico-dentário do paciente portador de esclerose múltipla
dc.contributor.advisor | Santos, José Martins dos | |
dc.contributor.author | Bento, Mariana Eusébio de Matos Mendes Borges | |
dc.date.accessioned | 2016-03-04T15:05:23Z | |
dc.date.available | 2016-03-04T15:05:23Z | |
dc.date.issued | 2015-06 | |
dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
dc.description.abstract | A Esclerose Múltipla é um distúrbio desmielinizante que afeta principalmente adultos jovens, sendo mais comum em mulheres do que em homens. Estima-se que mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo padeçam desta patologia. Os sintomas e sinais mais comuns são a fadiga, fraqueza muscular, alterações da sensibilidade, ataxia, alterações do equilíbrio, dificuldades na marcha, dificuldades de memória, alterações cognitivas, e dificuldades na resolução de problemas. A doença provoca alterações: sensitivas, visuais, urinárias, cognitivas, sexuais, alterações orofaciais. Não é possível prevenir a ocorrência da doença, e nem há cura, visto que não foi descoberta forma de restaurar a mielina danificada ou as funções perdidas, assim, qualquer proposta de terapêutica farmacológica será paliativa e sintomática das complicações e/ou modificadora da história natural da doença. Na maioria dos casos o tratamento consiste então em controlar a sintomatologia. Os efeitos colaterais orais mais comuns dos fármacos utilizados incluem a xerostomia, a hiperplasia gengival, a mucosite, a estomatite ulcerativa, a disgeusia e o desenvolvimento de infeções oportunistas, resultando em candidíase oral, queilite angular, reativação do vírus do herpes, ou certas alterações secundárias como neutropenia e trombocitopenia. As manifestações orofaciais da doença são muito comuns e incluem: dormência facial unilateral intermitente ou dor (neuropática ou dor nevrálgica), paralisia ou espasmo facial, disartria leve (capacidade prejudicada de articular palavras), sinal de Lhermitte e distúrbios visuais monoculares, tais como a perda parcial da visão com dor ou diplopia. Identificando-se nestes pacientes maior prevalência de disfunções temporomandibulares, e de nevralgia bilateral do trigémeo. O grau de incapacidade física do paciente condiciona o tratamento médico-dentário. Deste modo o Médico Dentista deverá ter em atenção as limitações físicas do paciente, os efeitos adversos orais induzidos pela farmacoterapia, a necessidade de realização de tratamentos preventivos/ invasivos, a necessidade de apoio e de implementação de estratégias para a higiene oral. | pt_PT |
dc.identifier.tid | 201037173 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/11719 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.subject | Esclerose múltipla | pt_PT |
dc.subject | Tratamento médico-dentário | pt_PT |
dc.title | Tratamento médico-dentário do paciente portador de esclerose múltipla | pt_PT |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina Dentária | pt_PT |
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