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As infraestruturas escolares públicas existentes têm sido objeto de investimentos de renovação e melhoramento significativos num momento em que a legislação estabelece valores máximos de concentração de poluentes caracterizadores da qualidade do ar no interior dos edifícios. O cumprimento das exigências de qualidade do ar interior precipitou uma mudança de paradigma na ventilação de salas de aula em edifícios escolares, assistindo-se à adoção de sistemas mecânicos de ventilação e climatização, em contraponto com a tradicional ventilação natural. Para as equipas gestoras escolares, frequentemente desconhecedoras da importância da qualidade do ar, a ventilação mecânica constitui um sorvedouro de recursos difícil de justificar. Importa por isso estudar estratégias que permitam, por um lado garantir a qualidade do ar e o conforto nas salas de aula, mas por outro lado não imponham custos excessivos. Partindo de uma sala de aula tipo de edifícios escolares do período JCETS – MOP (Junta das Construções para o Ensino Técnico Superior – Ministério das Obras Públicas) estuda-se um sistema de ventilação mecânica que varia o caudal de ventilação em função da concentração de CO2 nas salas, comparando-se a qualidade do ar interior e o conforto com os conseguidos por ventilação natural e por ventilação mecânica com caudal constante. Compara-se ainda o custo energético dos dois sistemas de ventilação mecânica em estudo. Conclui-se que a definição da qualidade do ar no interior de edifícios assente na limitação de valores de “concentrações-hora” de poluentes (em lugar da atual e mais restritiva limitação da concentração) permitiria a salas de aula ventiladas naturalmente cumprir a legislação.
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Keywords
Qualidade do ar interior Conforto térmico Consumo energético Edifício escolar Dióxido de carbono
