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A integração do “Theatre Missile Defense” na Defesa Aérea Portuguesa

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O sistema de defesa Anti-míssil (TBM) usado operacionalmente pela primeira vez durante Tempestade de Deserto foi em resposta aos ataques dos Scud’s iraquianos contra a Arábia Saudita e Israel. Como não existia doutrina em comum ou conceito de operações conjuntas para defesa Anti-míssil neste tipo de teatro de Operações (TMD), o Comandante-chefe (CINC) decidiu, com os poucos meios disponíveis, proteger aquilo que considerou mais essencial. O que prontamente ressaltou no geral foi que um sistema de defesa Anti-míssil (TMD) era uma missão conjunta. Não seriam unicamente os sistemas PATRIOT, do Exército Americano, destacados para o teatro de Operações, mas também o esforço conjunto, da Força Aérea que voou milhares de saídas em operações contra os sistemas móveis dos Scud’s, os satélites disponibilizando as imagens e informações essenciais, e o sistema de Marinha Americana AEGIS que providenciava a localização e seguimento dos projecteis balísticos inimigos. Este conceito é tratado na publicação “Joint Pub 3-01.5, Doctrine for Joint Theater Missile Defence”, em que são evidenciados os conceitos operacionais e estratégicos de uma defesa Anti-míssil num teatro de Operações. Esta publicação vai mais além da Doutrina explorando considerações Operacionais de emprego de um sistema Anti-míssil nas diferentes fases num teatro de Operações. Finalmente, alguns conceitos são extraídos do conceito de defesa Nacional Anti-míssil Americana. Conforme definido na publicação “Joint Pub 3-01.5, Doctrine for Joint Theater Missile Defence”, num teatro de Operações Conjuntas de defesa Anti-míssil (JTMD), este é composto por quatro operações integradas: 1. Sistema de defesa Passivo Anti-missil – conceito passivo de medidas individuais e/ou colectivas de defesa Anti-míssil de forma a minimizar os efeitos de um eventual ataque de mísseis (TM); 2. Sistema de defesa Activo Anti-míssil – medidas activas com o objectivo de interceptar, destruir e/ou evitar os efeitos nefastos de um ataque de mísseis (TM); 3. Operações de Ataque – acções de ataque com o objectivo de neutralizar e/ou destruir a capacidade do adversário em produzir, destacar e empregar os meios de destruição massiça dos mísseis (TM); 4. C4I – capacidade em coordenar e integrar todos os componentes de uma força conjunta para que esta possa executar Operações de defesa passiva, activa e de ataque. Na mesma publicação o conceito de Teatro de Mísseis é utilizado para mísseis balísticos, mísseis ar-superfície e mísseis de cruzeiro com os alvos num determinado teatro de operações (não são incluídos projecteis de curto alcance, mísseis não-nucleares, mísseis de disparo directo, bombas, e foguetes). Com o objectivo de uma análise puramente académica e de não minimizar outras ameaças actuais, este Trabalho de Investigação Individual trata exclusivamente de ameaças de mísseis balísticos que, de acordo com a “Joint Pub 3-01.5, Doctrine for Joint Theater Missile Defence”, é aquela com que se devem as entidades, políticas e militares, preocupar mais. Em comum, é minha preocupação também essas ameaças, mas também o que é abordado na essência deste trabalho será “A integração do “Theatre Missile Defense” na Defesa Aérea Portuguesa”. Abstract: Theater ballistic missile (TBM) defence was first used operationally during Desert Storm in response to Iraqi Scud attacks against Saudi Arabia and Israel. Since there was no joint doctrine or concept of operations for theater missile defence (TMD), the commander in chief (CINC) decided what to protect with limited assets. It was readily apparent, though, that TMD was a joint mission. Not only were Army Patriot missiles deployed on land, but the Air Force flew thousands of sorties in operations against mobile Scuds as satellites provided warning and cuing information, and Navy AEGIS equipped ships tracked enemy ballistic missiles. This treatment of the role of TBM defence in theater strategy and operational art highlights Joint Pub 3-01.5, Doctrine for Joint Theater Missile Defence. However it goes beyond doctrine by exploring operational considerations for employing TMD in various phases of combat. Finally, some background is provided on TMD in American National military strategy. As defined in Joint Pub 3-01.5, joint theater missile defence (JTMD) is composed of four integrated operations: 1. Passive missile defence—individual and collective measures taken to posture the force to minimize the effects of a theater missile (TM) attack; 2. Active missile defence—measures to intercept, destroy, and/or negate the effects of TM’s after launch; 3. Attack operations—actions to neutralize or destroy an adversary’s ability to produce, deploy, and employ TM’s; 4. Command, control, communications, computers, and intelligence— capabilities to coordinate and integrate the joint force component capabilities to conduct passive defence, active defence, and attack operations. Within the same publication the term Theater Missile is used for ballistic, air-tosurface, and cruise missiles with targets in a given theater (though short-range, nonnuclear, direct fire missiles, bombs, and rockets are not included). For purposes of analysis, and not to minimize other threats, this Individual Investigation deals exclusively with ballistic missile threats which, according to Joint Pub 3-01.5, are of foremost concern. Moreover, the focus is primarily on the active defence component of Joint TMD operations.

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Keywords

Míssil Anti-aérea PATRIOT Phased Array Tracking to Intercept Of Target DOD Department of Defense

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