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Publicação

Plataforma de gestão de Energia para Edifícios do Exército

datacite.subject.fosEngenharia Mecânica e Militar
dc.contributor.authorBernardo, Jóni André Santo
dc.contributor.authorChambel, Énio Rodrigo Pereira
dc.contributor.authorSilva,Carlos Augusto Santos
dc.date.accessioned2026-02-05T15:59:09Z
dc.date.available2026-02-05T15:59:09Z
dc.date.issued2021-06-02
dc.description.abstractTendo em conta o panorama e a conjuntura atual que se vive nas forças armadas, o termo de ordem comum a todos os ramos é de contenção de custos e racionalização dos recursos. Nesse âmbito, a eficiência no emprego dos meios e dos recursos assume um papel vital para o cumprimento das missões atribuídas. Para poder atuar com critério e de forma eficaz no processo de redução do consumo energético e na sua eficiência é impreterível que se saiba quando, onde e quanto se consome de energia elétrica. Segundo os resultados da análise das simulações foi possível aferir os consumos e comparar os valores relativamente ao campus e a viabilidade económica da adoção de sistemas diferentes. Através da modelação geométrica e simulação dinâmica do edifício que aloja os alunos, é possível averiguar que a modalidade adotada na simulação 1, que corresponde a que a AMA atualmente adota, corresponde à medida mais dispendiosa, pois se a AMA adotar a medida sugerida na simulação 2 para as duas casernas, ou seja para as 4 Companhias, a AMA consegue poupar 8 716,38 € anuais se optar pelo aquecimento dos quarto através do uso dos radiadores e o gás natural como fonte de aquecimento das águas de AQS e dos radiadores. No entanto, a simulação 3, a adoção de painéis solares térmicos, permite poupar anualmente 11 501,28 €, no entanto necessita da instalação de um sistema complementar, o que envolve custos iniciais, mas possui um maior retorno a longo prazo, sendo este prazo dependente do investimento inicial real. A adoção do sistema da simulação 4, é o que permite a maior poupança anual e a maior redução de emissões de GEE, porém, consiste no sistema com o investimento inicial mais alto mas também o que apresenta o maior retorno do investimento e redução de custos a longo prazo. Por fim, e utilizando a simulação primária no DesignBuilder, é feito uma extração sumária dos consumos gerais e específicos do edifício e insere-se esses mesmos dados nos arquétipos do CEA, sendo esta metodologia a mais fácil de implementar de modo a obter arquétipos precisos e realistas dos consumos de diferentes categorias de edifícios pertencentes ao Exército Português. Esta metodologia permite a gestão e controlo dos consumos das unidades militares numa escala a nível macro (campus), mas também a um nível micro (edifício/setor de edifício).por
dc.identifier.issn978-989-96698-9-5
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/61496
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherAcademia Militar
dc.rights.uriN/A
dc.subjectEnergia
dc.subjectedifícios do exercito
dc.subjectinvestimentos
dc.subjectrecursos
dc.subjectDesignBuilde
dc.subjectAMA
dc.titlePlataforma de gestão de Energia para Edifícios do Exércitopor
dc.typetext
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage46
oaire.citation.issue5
oaire.citation.startPage43
oaire.citation.title5ª EDIÇÃO DAS JORNADAS DAS ENGENHARIAS DA ACADEMIA MILITAR
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_ab4af688f83e57aa

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