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Orientador(es)
Resumo(s)
Tendo em conta o panorama e a conjuntura atual que se vive
nas forças armadas, o termo de ordem comum a todos os ramos
é de contenção de custos e racionalização dos recursos. Nesse
âmbito, a eficiência no emprego dos meios e dos recursos assume um papel vital para o cumprimento das missões
atribuídas.
Para poder atuar com critério e de forma eficaz no processo
de redução do consumo energético e na sua eficiência é
impreterível que se saiba quando, onde e quanto se consome de
energia elétrica. Segundo os resultados da análise das
simulações foi possível aferir os consumos e comparar os
valores relativamente ao campus e a viabilidade económica da
adoção de sistemas diferentes.
Através da modelação geométrica e simulação dinâmica do
edifício que aloja os alunos, é possível averiguar que a
modalidade adotada na simulação 1, que corresponde a que a
AMA atualmente adota, corresponde à medida mais
dispendiosa, pois se a AMA adotar a medida sugerida na
simulação 2 para as duas casernas, ou seja para as 4
Companhias, a AMA consegue poupar 8 716,38 € anuais se
optar pelo aquecimento dos quarto através do uso dos
radiadores e o gás natural como fonte de aquecimento das águas
de AQS e dos radiadores.
No entanto, a simulação 3, a adoção de painéis solares
térmicos, permite poupar anualmente 11 501,28 €, no entanto
necessita da instalação de um sistema complementar, o que
envolve custos iniciais, mas possui um maior retorno a longo
prazo, sendo este prazo dependente do investimento inicial real.
A adoção do sistema da simulação 4, é o que permite a maior
poupança anual e a maior redução de emissões de GEE, porém,
consiste no sistema com o investimento inicial mais alto mas
também o que apresenta o maior retorno do investimento e
redução de custos a longo prazo.
Por fim, e utilizando a simulação primária no
DesignBuilder, é feito uma extração sumária dos consumos
gerais e específicos do edifício e insere-se esses mesmos dados
nos arquétipos do CEA, sendo esta metodologia a mais fácil de
implementar de modo a obter arquétipos precisos e realistas dos
consumos de diferentes categorias de edifícios pertencentes ao
Exército Português. Esta metodologia permite a gestão e
controlo dos consumos das unidades militares numa escala a
nível macro (campus), mas também a um nível micro
(edifício/setor de edifício).
Descrição
Palavras-chave
Energia edifícios do exercito investimentos recursos DesignBuilde AMA
Contexto Educativo
Citação
Editora
Academia Militar
Licença CC
Sem licença CC
