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Resumo(s)
A fala codifica informação sobre atributos físicos do falante, como o sexo biológico, a faixa etária e até a altura, mas também sobre muitas outras características, como a emoção,
o stress ou o sotaque, só para mencionar algumas. Além disso, também codifica pistas sobre uma infinidade de doenças, que vão para além das chamadas perturbações da fala e da linguagem, e incluem, por exemplo, doenças neurodegenerativas, mentais ou respiratórias. Hoje em dia, essa informação é extraída e codificada principalmente através de representações neuronais ou “embeddings” do falante, que podem ser subsequentemente aplicadas a muitas tarefas diferentes. Toda esta informação codificada, no entanto, pode não só ser extraída, mas também modificada ou ofuscada para reconstruir a fala. Esta comunicação aborda tanto a extração como a modificação de atributos do falante, apresentando a fala como veículo de “Informações de Identificação Pessoal” (PII) e enfatizando o seu potencial como biomarcador de saúde e as suas vulnerabilidades em termos de privacidade e segurança.
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