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A Guerra Electrónica no apoio ao Sistema de Forças Nacional/Exército

dc.contributor.authorSantos, Pimentel
dc.date.accessioned2016-03-09T09:39:56Z
dc.date.available2016-03-09T09:39:56Z
dc.date.issued2002
dc.description.abstractA nossa sociedade é hoje modelada pela informação, verificando-se que a relação entre os homens e as suas actividades são directamente influenciadas pelo grau de disponibilidade e pela capacidade de gestão que exercem sobre este recurso estratégico. Vivemos numa era comandada pela informação e a tecnologia desempenha um papel fundamental. No contexto actual, a gestão da informação constitui um instrumento estratégico importante. A capacidade de um país para recolher, analisar, tratar e gerir a informação de forma eficiente e inovadora, constitui hoje um claro indicador do seu grau de desenvolvimento. Alguns atribuem o evento da era da informação e do seu subproduto militar, a Guerra de Informação, a Sun Tzu, o estratega chinês e filósofo da guerra. Isto parece curioso, pois Sun Tzu viveu uns 2500 anos antes da invenção do computador, do cabo de fibra óptica ou do satélite. Os teóricos actuais concluem, que o moderno modelo de guerra introduzido pela revolução da informação terá, num futuro próximo, efeitos surpreendentes na conduta da guerra. As armas de precisão serão direccionadas para o(s) ponto(s) decisivo(s) do inimigo, no momento crítico, através da superioridade de informação. A Guerra de Informação abrange tudo o que se possa fazer para preservar os nossos sistemas de informação da exploração, corrupção ou destruição enquanto se explora, corrompe ou destrói os sistemas de informação adversários, conseguindo-se desta forma obter a necessária vantagem de informação. A história demonstra que este conceito existe há séculos e que os exércitos o têm aplicado ao longo dos tempos. O estado incipiente em que se encontra a Guerra Electrónica no Exército, nomeadamente na vertente operacional, muito embora a figura do Centro de Guerra Electrónica venha sendo utilizada como se de uma realidade se tratasse, o facto é que este órgão tem ainda de ser criado, definida a sua missão, competências e inserção na estrutura do Exército. Nesta perspectiva, pretendemos criar um centro de Guerra Electrónica para o Exército que desempenhe um papel importante na obtenção de informação, seu processamento, catalogação e disseminação. Pretendemos que a Guerra Electrónica assuma um papel importante na componente de informações, o que não se verifica actualmente.Para levar a cabo tal empreendimento, a investigação baseou-se: - Na análise de publicações, documentação nacional e aliada e legislação específica que diz respeito às actividades e responsabilidades de Guerra Electrónica; - Em entrevistas conduzidas no Estado Maior do Exército na Divisão de Comunicações e Sistemas de Informação, no Centro de Guerra Electrónica da Marinha e da Escola Prática de Transmissões; - Em bibliografia diversa que aborda conceptualmente a questão de Guerra Electrónica.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/11932
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherIUMpt_PT
dc.subjectGuerra Electrónicapt_PT
dc.subjectComunicações e Sistemas de Informaçãopt_PT
dc.subjectGuerra Electrónica no Exércitopt_PT
dc.subjectExército Portuguêspt_PT
dc.titleA Guerra Electrónica no apoio ao Sistema de Forças Nacional/Exércitopt_PT
dc.typeother
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeotherpt_PT

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