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Authors
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Abstract(s)
Para que as aeronaves descolem, naveguem e aterrem em segurança, é necessário
verificar que as ajudas à navegação aérea se encontram a funcionar de acordo com
determinados níveis de precisão, conforme está estabelecido na documentação
internacional sobre esta temática.
É obrigação de cada Estado, assumida na Conferência de Chicago, em 1944,
garantir que a infra-estrutura aeronáutica do respectivo país se encontra nas condições de
operação definidas na referida documentação, para que as aeronaves possam operar em
segurança.
Em Portugal a inspecção em voo das ajudas à navegação aérea era efectuada por
empresas estrangeiras, por não existirem empresas nacionais capacitadas para fornecer este
tipo de serviços, pelo que, na década de 80 do século passado, foi atribuída esta
responsabilidade à Força Aérea que, fruto de evoluções várias, deixou de possuir esta
capacidade em 2004.
Face a esta situação, este estudo tem por objectivo encontrar uma resposta credível
para a pergunta “É viável, em termos técnicos e em termos financeiros, a Força Aérea
possuir a capacidade de inspecção em voo às ajudas à navegação aérea?”.
Tendo em vista este desiderato, neste trabalho procuram identificar-se as vantagens
e inconvenientes associados à reaquisição desta capacidade. Em concreto, são estudadas as
várias dimensões do problema, nomeadamente: a financeira, que é sempre um factor de
importância maior em qualquer projecto, a de recursos humanos, que é crítica no momento
presente, e a de recursos materiais.
Para o efeito foi desenvolvida investigação específica, utilizando o método de
Quivy, de aplicação nas Ciências Sociais.
Assim, depois do necessário enquadramento conceptual, para compreensão da
problemática em apreço, são apresentados os valores das horas de voo efectuadas na
inspecção de ajudas à navegação aérea em território nacional, durante os últimos anos, bem
como uma perspectiva da evolução do mercado a médio prazo (5 anos).
Por último, são analisadas as vantagens e inconvenientes da solução Outsourcing,
bem como as opções de alguns países europeus nesta matéria. Abstract: In order aircraft fly, navigate and safely land, it is necessary, to verify that the
navigation aids are working according to predetermined levels of precision established in
the international documentation (ICAO, FAA) on this subject.
It is each state obligation, assumed in the Chicago Conference in 1945, to assure
that its aeronautical infrastructure is in the operational condition defined in the mentioned
documentation, so that the aircraft may operate safely.
In Portugal, there are no companies with the capacity to provide flight inspection
services, therefore, back in the eighties; this responsibility was given to the Portuguese Air
Force.
The PoAF lost this capability in 2004. This paper tries to identify, in a clearly way,
the advantages and disadvantages of reacquiring this capability. It will be specifically
studied the several dimensions of this issue, namely financial, always a key factor in any
project, human resources, witch is critical at the present moment, and the
logistic/equipment..
This paper will present annual figures for the flight hours performed by the
Portuguese Air Force during last years, as well as a future perspective of the market at a
five year distance.
The research was conducted using the Quivy method, used to study social sciences.
It starts by defining some terms that will help in the understanding of the problem. A
comparison with the Outsourcing solution will be done in order to help superior decision
on this matter. We will also see what was the solution adopted by some European countries
of reference.
The main objective of this paper is to find a solid answer to the question “Is it
advisable, in both technical and financial terms, for the PoAF to have the capability of
flight inspection the radio navigation aids?”
Description
Keywords
Segurança de Voo Sistemas de Armas Tipos de Inspecção Investimento e Desenvolvimento Critérios de Avaliação de Projectos Formação Função Qualidade Recursos humanos Outsourcing Infra-estrutura Aeronáutica Mercado Soberania
