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A primavera dos faraós

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Resumo(s)

Considerados os casos da TunĆ­sia, Egito, Bahrein e LĆ­bia, este artigo aborda os processos de contestação popular que ficaram conhecidos como a ā€œPrimavera Ɓrabeā€. Analisam-se as razƵes que levaram Ć  crise dos regimes autoritĆ”rios da regiĆ£o e as estratĆ©gias delineadas pelas elites como resposta Ć  mobilização oposicionista. Face Ć  contestação de 1970 no sul da Europa, alastrou para a AmĆ©rica Latina, a Ɓsia e, em finais dos anos 1980 para a Europa Central, os autocratas responderam atravĆ©s de uma de duas estratĆ©gias de sobrevivĆŖncia: a cooptação ou a repressĆ£o. Verifica-se que os regimes que utilizaram um grau elevado de violĆŖncia aumentaram as suas probabilidades de sobrevivĆŖncia. PorĆ©m, como ilustram os casos de Hosni Mubarak e Ben Ali, removidos da chefia do Estado porque perderam o apoio das suas respetivas instituiƧƵes militares, as forƧas armadas foram atores determinantes ao longo da ā€œPrimavera.

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Palavras-chave

Primavera Árabe Movimentos sociais Violência Regimes políticos Forças Armadas Transição Democratização Países Árabes Egipto Tunísia

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