Publication
Segurança energética e economia do gás
| dc.contributor.author | Duarte, António Paulo | |
| dc.contributor.author | Freire, Maria Raquel | |
| dc.contributor.author | Fernandes, Carla Patrício | |
| dc.contributor.author | Sousa, Eduardo Caetano de | |
| dc.contributor.author | Camacho, Pedro | |
| dc.contributor.author | Rodrigues, Teresa Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2020-05-05T16:01:57Z | |
| dc.date.available | 2020-05-05T16:01:57Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | O presente texto procura pensar de forma sistémica a relação da energia com a segurança, através da estratégia, aclarando o que significa cada um dos termos, para fazer uma aproximação concetual e holística. Assim, os três pontos da nossa análise lidam com as ideias ou os conceitos de energia, segurança e estratégia. A revolução energética, ao permitir ao homem dominar as fontes fundamentais da vida, a biologia, a física nuclear, a inteligência, entre outras, deu um enorme impulso ao bem-estar humano, sem inicialmente se ter apercebido de que este domínio engendrava igualmente uma dinâmica abismal que a deixava extraordinariamente vulnerável, no limite à mercê do aniquilamento da própria humanidade Essa consciência impôs-lhe a criação de estratégias de segurança energética cada vez mais amplas e multidimensionais. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Este artigo analisa as relações entre a União Europeia (UE) e a Rússia em matéria de energia, com particular enfoque no gás natural, sob uma perspetiva de análise de segurança ontológica. Com base na evolução destas relações, com momentos de cooperação e competição, e com um registo de transformação de uma leitura economicista da energia para uma leitura geopolítica e securitária da mesma, o artigo visa perceber de que modo a perceção de segurança vem moldando políticas e práticas. Uma abordagem de (in)segurança ontológica permite perceber como os atores se autodefinem e têm vindo a lidar com incerteza e ansiedade causada pelo desacordo nesta matéria e a sua tradução em medidas concretas de retaliação em termos de preços, volume de abastecimentos, contratos comerciais, e identificação de alternativas – com impactos nacionais e transnacionais. O artigo argumenta que a perceção de insegurança ontológica na Rússia e na UE tem vindo a marcar esta relação, reforçando narrativas de afirmação de autonomia numa lógica interdependente assimétrica, que têm contribuído para maior ansiedade, e logo para continuidade nestas perceções de insegurança. | pt_PT |
| dc.description.abstract | O conceito de segurança energética tem vindo a ser ampliado e aprofundado, incluindo-se nele novas dimensões analíticas: a ambiental, a climática, o desenvolvimento sustentável, entre outros; e novos atores, que para além do Estado, incluem hoje o individuo, as empresas e as instituições. Por sua vez, com extensão das ameaças, a segurança deixa de residir apenas na garantia do fornecimento contínuo e acessível de energia para se passar a focar na segurança de todo o sistema energético. O artigo analisa a dicotomia entre os estudos clássicos e contemporâneos de segurança energética com base na resposta nas ques- tões: “Segurança para quem?”, “Segurança por quem?”, “Segurança de que ameaças?”. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Neste artigo releva-se a importância do gás natural na atual matriz energética, através do protagonismo que este desempenha em muitas das disputas da geopolítica global. Por isso, a necessidade primeira, do enquadramento do espaço energético global e da formulação da importância da transição energética, nas valências da Segurança Energética dos Estados e dos modelos de sustentabilidade dos recursos existentes. Porque o gás natural «caminha por terra e por mar», dar-se-á destaque, ao protagonismo estratégico dos gasodutos e da recente revolução comercial, representada pelo gás natural liquefeito (GNL). O Nord Stream 2 servirá de exemplo sumário sobre a tipologia da disputa geopolítica entre as grandes potências: leia-se neste caso, a rivalidade entre os EUA e Rússia, no palco europeu, tendo o gás natural, como instrumento principal de influência e alinhamento estratégico. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Neste artigo releva-se a importância do gás natural na atual matriz energética, através do protagonismo que este desempenha em muitas das disputas da geopolítica global. Por isso, a necessidade primeira, do enquadramento do espaço energético global e da formulação da importância da transição energética, nas valências da Segurança Energética dos Estados e dos modelos de sustentabilidade dos recursos existentes. Porque o gás natural «caminha por terra e por mar», dar-se-á destaque, ao protagonismo estratégico dos gasodutos e da recente revolução comercial, representada pelo gás natural liquefeito (GNL). O Nord Stream 2 servirá de exemplo sumário sobre a tipologia da disputa geopolítica entre as grandes potências: leia-se neste caso, a rivalidade entre os EUA e Rússia, no palco europeu, tendo o gás natural, como instrumento principal de influência e alinhamento estratégico. | pt_PT |
| dc.description.abstract | A União Europeia (UE) debate-se com uma fraqueza estrutural em termos energéticos, agravada pelos níveis médios de consumo que continua a manter e vê com inquietação as mudanças em curso na Federação Russa, um dos seus principais fornecedores. As medidas para aumentar a segurança energética comunitária – criação do mercado único da energia, aposta nas renováveis, entre outros –, enfrentam obstáculos resultantes de graus de dependência e opções políticas desiguais; falta de estratégia comum e de visão prospetiva pese o mercado único de energia. Este artigo discute a forma como a UE se está a adaptar à atual era energética, tomando como exemplo o gás natural, e os possíveis cenários enfrentados no futuro próximo no que respeita à ligação de (inter)dependência com a Rússia, também ela refém das exportações de recursos energéticos. Existirá de facto um Russian issue? Ou falamos de uma relação win-win? Ou todos perdem, a União Europeia e a Rússia, caso se altere de formas inesperadas/indesejadas a atual relação que, de facto, parece ser para estes atores vantajosa? | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.issn | 0870-757X | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/32164 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
| dc.publisher | Instituto da Defesa Nacional | pt_PT |
| dc.relation.ispartofseries | Nação e Defesa;153 | |
| dc.relation.publisherversion | https://www.idn.gov.pt/publicacoes/nacaodefesa/textointegral/NeD153.pdf | pt_PT |
| dc.subject | União Europeia (a partir de 1993) | pt_PT |
| dc.subject | Segurança energética | pt_PT |
| dc.subject | Segurança ontológica | pt_PT |
| dc.subject | Relações internacionais | pt_PT |
| dc.subject | Recursos energéticos | pt_PT |
| dc.subject | Gás natural | pt_PT |
| dc.subject | Geopolítica | pt_PT |
| dc.subject | Estratégia | pt_PT |
| dc.subject | Energia | pt_PT |
| dc.subject | Segurança | pt_PT |
| dc.subject | Economia | pt_PT |
| dc.subject | Ameaças | pt_PT |
| dc.subject | Conceitos | pt_PT |
| dc.subject | Infraestruturas | pt_PT |
| dc.subject | Vulnerabilidades | pt_PT |
| dc.subject | Cooperação internacional | pt_PT |
| dc.subject | Rússia | pt_PT |
| dc.subject | Ucrânia | pt_PT |
| dc.title | Segurança energética e economia do gás | pt_PT |
| dc.title.alternative | A humanidade demiúrgica sob o signo do aniquilamento : uma reflexão holística sobre o conceito de estratégia de segurança energética | pt_PT |
| dc.title.alternative | Energia nas relações UE-Rússia : um estudo exploratório de segurança ontológica | pt_PT |
| dc.title.alternative | Segurança energética : para quem, por quem e de que ameaças? | pt_PT |
| dc.title.alternative | O gás natural nos confrontos da geopolítica global | pt_PT |
| dc.title.alternative | Um olhar sobre a cooperação energética UE-Rússia : Desafios numa nova era global da energia | pt_PT |
| dc.title.alternative | A gas russian issue? : Segurança energética e um modelo para o futuro da Europa | pt_PT |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
| oaire.citation.title | Nação e Defesa | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | article | pt_PT |
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