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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os militares da Guarda Nacional Republicana estão expostos a elevados níveis de stress, resultantes das exigências em contextos operacionais, da exposição a eventos potencialmente traumáticos, do risco constante, da natureza imprevisível do serviço e dos efeitos do trabalho por turnos rotativos. Este estudo quási-experimental, teve como objetivo analisar o impacto que um programa de exercícios calisténicos, com a duração de oito semanas, provocou na composição corporal e na aptidão física dos militares em funções operacionais, avaliando a sua associação com os níveis de stress operacional, medidos através do Questionário de Stress Operacional Policial.
O estudo envolveu 22 militares do sexo masculino (37.14 ± 3.68 anos), divididos em grupo experimental (GE) e grupo de controlo (GC) de acordo com o seu nível de atividade física semanal, aferido através do Questionário Internacional da Atividade Física. Após a intervenção, observaram-se melhorias estatisticamente significativas no GE nas seguintes variáveis: gordura visceral (p=0.008), percentagem de gordura corporal (p=0.007), perímetro abdominal (p=0.006), potência (p=0.004), velocidade (p=0.006), altura do salto (p=0.005), tempo de voo (p=0.006) e número de repetições de flexões de braços (p=0.008). Adicionalmente, o GE apresentou um nível de stress operacional global significativamente inferior ao GC (p=0.004).
