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Sobrecarga e satisfação com o suporte social do cuidador informal do idoso no concelho de Vila Nova de Famalicão

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorMartinho, Júlia
dc.contributor.authorAraújo, Anabela da Silva
dc.date.accessioned2016-01-08T14:20:11Z
dc.date.available2016-01-08T14:20:11Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractHoje em dia e encarando as transformações demográficas da sociedade atual são notórias as mudanças ocorridas. Vivemos numa sociedade envelhecida e com baixa taxa de natalidade, a esperança média de vida aumentou tendo a par desencadeado o aumento da morbilidade nos idosos, aumentando a sua dependência. Esta nova realidade despoleta novos desafios nomeadamente a necessidade de existência de cuidadores informais para os idosos com algum grau de dependência. O cuidador informal passa a assumir a responsabilidade de prestar todos os cuidados de que o idoso necessita. Contudo, cuidar acarreta repercussões para a vida do cuidador tanto a nível físico, psicológico, social ou financeiro, podendo despoletar a sobrecarga do cuidador. Olhando par este cenário urge atender às necessidades do cuidador criando políticas e programas de intervenção que promovam um cuidar “saudável”. Por essa razão desenvolvemos este estudo com a finalidade de contribuir para a caracterização do cuidador informal numa comunidade, com o intuito de, em articulação com as entidades politicas responsáveis e os serviços de assistência, colaborar no desenho de intervenções adequadas a esta população. A nossa opção metodológica foi por um estudo de abordagem quantitativa, descritiva, transversal. A amostra foi não probabilística intencional constituída em bola de neve por 1342 idosos, com idade igual ou superior a 65 anos dos quais apenas 81 tinham cuidador e, que aceitaram participar no estudo, respondendo a um questionário constituído por questões sociodemográficas e duas escalas. O QASCI-Versão reduzida (Martins et al. 2015) compreende 14 itens, compostos por 5 opções de resposta tipo Likert que avaliam as consequências no bem-estar de ser cuidador, a médio e longo prazos. Foi também utilizada a Escala de Satisfação com o Suporte Social (Ribeiro, 1999). De acordo com os resultados podemos concluir que como em outros contextos o cuidador informal é predominantemente do sexo feminino, a média de idades é de 53.56 anos. Este em média cuida do idoso há 8.56 anos e desempenha uma prestação de cuidados diários de 12.35 horas, XIV sendo que 63% dos cuidadores têm auxílio de cuidadores secundários em média de 7.18 horas diárias, sendo estes maioritariamente os cônjuges e os filhos em percentagem igual (19.8%). Ao nível do suporte social os participantes incluídos na amostra referem satisfação média com suporte social (M=50.96, DP=14.77), já relativamente à sobrecarga, esta amostra apresenta um nível moderado (M=43.83, DP=21.43).pt_PT
dc.identifier.tid201015765
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/10726
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCuidador informalpt_PT
dc.subjectIdosopt_PT
dc.titleSobrecarga e satisfação com o suporte social do cuidador informal do idoso no concelho de Vila Nova de Famalicãopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatriapt_PT

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Sobrecarga e Satisfação com o Suporte Social do Cuidador Informal do Idoso no concelho de Vila Nova de Famalicão.pdf
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