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IgestSaúde : Caminhando rumo a uma melhor autogestão de sintomas associados à doença oncológica

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Resumo(s)

A doença oncológica é considerada a epidemia do século, no entanto o número de sobreviventes desta patologia tem aumentado, resultado da evolução terapêutica, o que evidencia que os tratamentos para o cancro, do qual destacamos a quimioterapia têm-se mostrado promissores. Associado à quimioterapia, surgem vários efeitos adversos, com impacto significativo na qualidade de vida dos doentes. São cada vez mais os doentes a realizarem quimioterapia em contexto ambulatorial, deste modo saber lidar com os efeitos secundários do tratamento é crucial, de forma a evitar adiamentos de tratamentos e hospitalizações. Assim, a monitorização da presença e intensidade dos efeitos adversos da quimioterapia, assim como a avaliação da sua adequada gestão por parte da pessoa, são fundamentais para o sucesso terapêutico e para a prevenção de complicações. Suportada nesta problemática, surge esta dissertação de Mestrado que se encontra inserida num projeto mais alargado intitulado IGestSaúde, que conta com a parceria de diversas instituições, cuja finalidade é o suporte à autogestão da doença crónica, cujo primeiro módulo incide no desenvolvimento do módulo de quimioterapia. São vários os sintomas adversos que podem resultar do tratamento de quimioterapia, sendo que nesta dissertação iremos destacar a fadiga/inatividade, dispneia, insónia e ansiedade. O objetivo geral da presente dissertação passa por desenvolver e validar um conjunto de orientações terapêuticas de suporte à autogestão de sintomas da pessoa em tratamento de quimioterapia em ambulatório. Do ponto de vista metodológico procedeu-se numa primeira fase a um estudo de revisão integrativa da literatura (RIL) realizada em duas bases de dados MEDLINE e CINAHL e em literatura cinzenta e numa fase seguinte a um estudo de delphi. Da RIL resultaram 324 orientações distribuídas pelos vários sintomas. Decorrente do estudo de delphi, obtiveram consenso um conjunto de 309 orientações e 16 orientações não obtiveram consenso. As orientações terapêuticas obtidas serão uma mais valia na capacitação dos doentes no que diz respeito à autogestão dos sintomas resultantes da quimioterapia, e a longo prazo poderão ser incluídas numa aplicação, que será facilitadora para todos os doentes oncológicos, permitindo aumentar a qualidade de vida destes doentes.

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Palavras-chave

Quimioterapia em ambulatório Efeitos secundários da quimioterapia

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