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Publicação

Lógicas, racionalidades e contextos dos itinerários de saúde/doença de universitários

dc.contributor.authorAntunes, Júlia Maria Guilherme Ribeiro
dc.date.accessioned2016-09-21T09:13:13Z
dc.date.available2016-09-21T09:13:13Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstract"Os estudantes universitários em Ciências da Saúde, são tipicamente bem educados, saudáveis, são um grupo relativamente homogéneo e privilegiado relativamente a cultura e status socioeconómico, constituindo sem dúvida, um potencial de liderança futura que poderá influenciar outros grupos sociais em diversos momentos do ciclo de vida, assumindo o papel de agentes de mudança. Na Sociedade e Cultura do nosso tempo, encontramos inquietações que não são fáceis de estudar, como a medicalização da sociedade, os fenómenos de comorbilidade, iatrogenia, a prevenção quaternária, para além de toda a complexidade relacionada com a medicina, médicos e medicamentos. A partir desta temática e com recurso a vários patamares de conhecimento fomos desenvolvendo a construção de um objecto teórico de forma a seguidamente desenvolvermos a sua análise, que se concretizou no objectivo deste estudo, ou seja, conhecer e caracterizar as práticas de saúde e/ou doença, de jovens universitários, bem como representações sociais acerca dos médicos da medicina e dos medicamentos. Desejámos compreender, se existem práticas medicalizantes, promotoras da autonomia e/ou dependência, novas formas de gestão do corpo e do bem-estar, práticas de risco, recurso à automedicação, crenças acerca da medicina, metáforas acerca dos medicamentos, bem como se existe alinhamento com o conceito e filosofia da prevenção quaternária. Foram inquiridos, através de questionário, 502 estudantes universitários da área de Ciências da Saúde. Tratou-se de um estudo exploratório, descritivo e transversal. Os resultados foram sujeitos a análise descritiva e inferencial utilizando-se neste caso o teste qui-quadrado, a análise factorial e a análise de componentes principais com nível de significância de (p<=0,05). Encontramos sinais de bom senso e espírito crítico nas escolhas efectuadas pelos jovens, não encontramos significativas diferenças de género maior parte das variáveis em analise, o que nos leva a questionar, como será a Sociedade do Futuro?"pt_PT
dc.identifier.citationINFAD Revista de Psicología, Nº1-Vol.2, 2016. ISSN: 0214-9877. pp:221-232pt_PT
dc.identifier.doi10.17060/ijodaep.2016.n1.v2.166pt_PT
dc.identifier.issn0214-9877
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/14782
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherINFADpt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://dx.doi.org/10.17060/ijodaep.2016.n1.v2.166pt_PT
dc.subjectMedicalizaçãopt_PT
dc.subjectIatrogeniapt_PT
dc.subjectComorbilidadept_PT
dc.subjectPrevenção Quaternáriapt_PT
dc.titleLógicas, racionalidades e contextos dos itinerários de saúde/doença de universitáriospt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage232pt_PT
oaire.citation.startPage221pt_PT
oaire.citation.titleInternational Journal of Developmental and Educational Psychology = INFAD Revista de Psicologíapt_PT
oaire.citation.volume1(2)pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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