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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Enquanto que, no passado, a defesa assentava
quase que exclusivamente no vector militar,
hoje, fruto de circunstâncias históricas bem conhecidas, as componentes não-militares tendem a assumir um papel mais importante e
decisivo. Neste particular, a componente econó-
mica da defesa vem assumindo um protagonismo inigualável.
As novas realidades globais elevaram exponencialmente a conflitualidade económica e trouxeram a lume um conjunto de ameaças de cariz
não-militar que colocam, cada vez mais, em
risco a segurança de um Estado. Contra tais
ameaças, de nada servem as armas tradicionais
da panóplia militar.
Num contexto de globalização e de forte integração económica na União Europeia, também
Portugal tem de repensar a sua defesa nacional,
à luz de um novo conceito de defesa que, de
facto, garanta a segurança do País. Esse conceito, basear-se-á, necessariamente, numa forte
articulação de todas as suas componentes, militares e não-militares, e onde a defesa económica
surja de forma relevante. De facto, também para
Portugal, a defesa económica é uma componente fundamental da defesa e é, precisamente,
no contexto supracitado, que a sua necessidade
se torna mais premente
Descrição
Palavras-chave
Defesa nacional Estratégia de defesa Economia de defesa Economia política Globalização Integração europeia Guerra económica Conflitos Ameaças UE (a partir de 1993) Portugal
