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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente artigo analisa a distribuição dos
oficiais da Guarda Nacional Republicana (GNR)
relativamente ao modelo institucional/ocupacional
de Moskos (1977, 1986). Propõe-se verificar
a relação existente entre as variáveis
posto e modo de acesso à carreira e o modelo
profissional adoptado, de modo a tornar claro
se existe “compartimentação” de opiniões na
Instituição GNR: enquanto alguns postos e
modos de acesso à carreira permaneceriam
divergentes da sociedade civil, outros estariam
mais vulneráveis às tendências sociais dominantes.
Para este efeito são usados dados obtidos através
de um inquérito por questionário realizado
aos oficiais do quadro permanente da Guarda
Nacional Republicana durante o ano de 2004.
Transversalmente, reflecte-se sobre as influências
da sociedade no corpo de oficiais e analisa-
-se se a percepção do choque entre a natureza
original da GNR e a actual orientação dos seus
oficiais é já uma realidade ou uma preocupação
para o futuro.
Descrição
Palavras-chave
Sociologia militar Análise Inquérito Forças de segurança GNR
