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Abstract(s)
A disfagia orofaríngea é uma sequela comum do tratamento de carcinomas da cabeça e pescoço, que pode ter implicações graves na Qualidade de Vida dos pacientes.
O objetivo deste trabalho é avaliar o impacto da disfagia na QdV, percecionado pelos próprios, identificando os aspetos mais comprometidos. Foi conduzido um estudo (n= 38 pacientes com um quadro de cancro de cabeça e pescoço (ccp)) no Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Beatriz Ângelo. Utilizou-se a versão
portuguesa do Protocolo de Segurança na Avaliação Nasolaringoscópica da Deglutição (PSAND) para avaliar a deglutição e o Questionário de Sintomas M. D. Andersen – Cabeça e Pescoço (MDASI-HN) para avaliar a QdV relacionada com a deglutição. A amostra foi predominantemente do sexo masculino (84,21%), com idade média entre os 61-70 anos. A maior parte dos sintomas (22) apresenta um impacto discreto/ moderado na QdV dos pacientes, sendo que os domínios do MDASI-HN mais afetados foram o desconforto causado pelas
secreções mucosas na cavidade oral, dificuldade em engolir/ mastigar, dificuldades em falar, alterações do paladar e problemas nos dentes/ gengivas.
Em suma, concluiu-se que os pacientes tratados desenvolvem disfagia orofaríngea e a sua gravidade está relacionada com maior impacto na QdV.
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Keywords
Disfagia Cancro da cabeça e pescoço Qualidade de vida Deglutição Hipofaringe Cavidade oral Nasofaringe
