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A doença traz consigo um período de fragilidade, sofrimento e desespero. O binómio saúde/doença evidencia ser afetado positivamente pela esperança, ajudando o utente a lidar com as condições adversas, a doença. Aliado a isto, estudos mostram que também a resiliência coopera no enfrentamento da doença e, consequentemente, a desenvolver uma melhor perceção da qualidade de vida. De certa forma, a esperança e a resiliência protegem contra vulnerabilidades internas e/ou circunstâncias adversas da vida. Assim sendo, torna-se pertinente estudar estes construtos, de modo a perceber-se se a esperança e a resiliência podem ajudar a melhorar a qualidade de vida, nomeadamente no processo da doença.
Objetivo: Avaliar o impacto da esperança e resiliência na qualidade de vida dos utentes internados numa unidade de cuidados continuados de média-duração e reabilitação.
Método: O estudo foi realizado com 37 utentes da Unidade de Cuidados Continuados de Média-duração e Reabilitação ACREDITA. O instrumento de recolha de dados integrou, variáveis sociodemográficas, a Escala de Esperança de Herth (HHI-PT), a Escala Resilience Mental Help (RMH22) e o Índice de Qualidade de Vida (EUROHIS-QOL-8).
Resultados: Os dados mostram que os utentes apresentam um nível de esperança moderada e um índice baixo de resiliência e de qualidade de vida. Constatou-se ainda que tanto a esperança como a resiliência influenciam positivamente a qualidade de vida dos utentes. Mais esperança e resiliência associaram-se a mais qualidade de vida.
Conclusão: Este estudo reforçou o papel da esperança e da resiliência como fator protetor e preditor de qualidade de vida e no viver da doença crónica.
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Keywords
Esperança Resiliência Qualidade de vida relacionada com a saúde Doença crónica Cuidados continuados integrados.
