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Abstract(s)
O uso de implantes para reabilitar a falta de dentes tornou-se ao longo dos anos, uma opção de escolha para os pacientes. As taxas de sucesso são agora muito altas, o uso dessa opção terapêutica já não precisa ser comprovado.
Desde os tempos remotos, os homens desenvolveram e experimentaram novas técnicas e novos materiais para se aproximarem cada vez mais da imitação do dente natural.
Implantologia é hoje uma disciplina comumente usada para a restauração estética e funcional a longo prazo do desdentado parcial e/ou total. Para que o implante dure no tempo, ele deve encaixar-se perfeitamente no “alvéolo” dentário. É então que o princípio da osseointegração é descrito. É quando o titânio com uma superfície modificada para torná-lo poroso é usado. O problema com o titânio é que ele é muito pouco atraente. Para superar esse problema, a zircônio é então introduzida como material básico do implante, muito mais estético que o titânio.
O novo problema que aparece é então, a forma dos implantes tradicionais. Às vezes, um freio à osseointegração, às vezes uma anatomia inadequada que aumenta o risco de fratura do osso alveolar durante as cargas aplicadas ao implante. Imagina-se então um implante que teria a mesma forma que a raiz do dente que acabou de ser extraída. As novas tecnologias de imagem e reconstrução 3D tornaram possível o desenvolvimento de uma projeção 3D do futuro implante com a mesma forma do dente extraído.
Para entender melhor as formas de implante, vamos fazer uma revisão bibliográfica sobre a evolução do implante ao longo do tempo e da descrição de novos tipos de implantes.
Description
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Moniz
Keywords
Implante Osseointegrção Zirconio CAD/CAM Titanio
