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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Objectivo: Verificar a prevalência de Amelogénese e Dentinogénese imperfeita nos doentes observados pela primeira vez na consulta de Odontopediatria no decurso dos dois últimos aos letivos (2015-2017) e registar quais são os dentes mais afetados por estas alterações.
Métodos: Foi avaliada a parte da História Clínica relativa à observação intra-oral de 100 precessos: idade, sexo, dentição, arcada dentária afetada, dente afetado, tipo de alteração: amelogénese imperfeita, dentinogénese imperfeita, ambas.
Resultados : Observou-se 14% de pacientes com amelogénese imperfeita, 3% com a combinação das duas alterações (AI+DI) e 0% de dentinogénese imperfeita. Os dentes mais afetados foram os segundos molares superiores com um percentagem de 13% e 12%, respectivamente. Esta análise estatística revelou também, uma proporção mais elevada das alterações em dentição decida. Quanto à relação das alterações com o sexo, idade, índice de CPO, e distribuição por quadrantes, não mostraram diferenças estatisticamente significativas (p >0.05).
Conclusão : Em face dos resultados obtidos que estão de acordo com diversos autores mundiais podendo afirmar que devido a reduzida prevalência de AI, DI e associação de ambas, confirmam-se os objetivos por nós definidos e consideramos válida a nossa hipótese nula.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
População pediátrica Amelogénese imperfeita Dentinogénese imperfeita Prevalência
