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Publicação

A participação ativa do pai como estratégia para a humanização do parto

dc.contributor.advisorDelgado, Maria João
dc.contributor.authorMartins, Maria de Lurdes
dc.date.accessioned2016-11-25T09:43:37Z
dc.date.available2016-11-25T09:43:37Z
dc.date.issued2012
dc.descriptionMestrado, Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia, 2012, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
dc.description.abstractO direito da mulher ter um acompanhante durante o trabalho de parto é reconhecido legalmente em Portugal pelo decreto-lei nº 14/85 de 6 de Julho e incentivado pela OMS (1996). Quando este papel é desempenhado pelo pai, há um ganho, não só para a mulher, mas também para o recém-nascido e para o pai, implicando uma reformulação do seu papel, de modo a tornar-se um elemento ativo e participante em todo o processo, como uma estratégia para a humanização do parto. O EESMO tem obrigações morais e profissionais para com o casal a quem presta cuidados e deve criar condições para a vivência positiva do parto, na qual inclua esta prática, pois este é um dos acontecimentos mais importantes na vida do mesmo. Assim, será apresentado o trabalho desenvolvido na aquisição/desenvolvimento de competências na área de cuidados de enfermagem especializados em saúde materna e obstetrícia, que permitam fundamentar cientificamente a promoção da participação ativa do pai durante o trabalho de parto, enquanto estratégia para a humanização do parto, através da realização de uma revisão sistematizada da literatura (RSL). Paralelamente, foi feita observação dos contextos de cuidados e práticas da equipa multidisciplinar e interação com o público-alvo, durante o desenvolvimento das atividades descritas. De acordo com a RSL, o EESMO está apto para cuidar o casal durante o ciclo gravídico-puerperal, sendo que o cuidado deve dirigir-se à tríade, logo inclui o pai. É sua responsabilidade incentivar a sua presença, mostrar-lhe o que pode fazer, orientá-lo e reconhecer o potencial paterno. É mediador entre o casal e entre este e a equipa de saúde. Este processo deve iniciar-se na gestação e, acima de tudo, respeitar os limites e vontade de cada pai/casal, a interação e valores conjugais. Esta prática diminui a solidão feminina, aumenta o conforto físico e emocional, minimiza o stress do casal e dá maior segurança. Aumenta a responsabilidade paterna e a vinculação entre a tríade. A maioria dos pais considera que os cuidados de enfermagem recebidos são muito bons e a sua presença tem reflexos positivos nos mesmos.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/15725
dc.language.isopor
dc.publisher[s.n.]
dc.subjectTrabalho de parto
dc.subjectPai
dc.subjectParto humanizado
dc.subjectParto
dc.subjectRelações pai-filho
dc.subjectSaúde materna
dc.titleA participação ativa do pai como estratégia para a humanização do parto
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess
rcaap.typemasterThesis

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