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Resumo(s)
Simetrias Envolventes na Economia Asiática: As Possibilidades da India e as Apostas da China
O crescimento económico da Índia tem sido consistente nas últimas duas décadas quando decidiu
liberalizar a sua economia, reduzindo o controlo estatal sobre áreas-chave. Ainda que várias escolas
de pensamento comparem com poucas dúvidas as reformas efetuadas na Índia em 1991 com as da
China em 1978, a ‘crise’ forçou a um reequacionamento das estratégias de desenvolvimento. A abertura da Índia foi espoletada mais por fatores económicos do que políticos, como foi na China. Duas décadas de reformas económicas e experiências tornaram as políticas económicas da Índia mais robustas e com maior e melhor escala, mesmo se comparadas com as da China. Em termos de crescimento e de start-ups, as indústrias indianas estão agora numa velocidade de cruzeiro que é deveras impressionante.
A literatura comparativa sobre as relações económicas Indo-Chinesas e os debates como ‘Pode a Índia Ultrapassar a China’ não têm suporte no atual contexto no qual a Índia apresenta políticas económicas mais maduras, onde a China procura explorar oportunidades de investimento. O crescimento económico da Índia favorece a China e quanto mais as políticas económicas de Nova Deli forem progressivamente liberalizadas e se tornarem ainda mais recetivas ao investimento externo, maiores serão os benefícios para Beijing. Neste contexto, a desaceleração do crescimento chinês e a sua
política de internacionalização podem muito bem ser explicadas pelas emergentes simetrias económicas da Ásia.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais Política internacional Ordem internacional Relações económicas Poder económico Poder político Política externa Política nuclear Cooperação estratégica Democracia Lusofonia Ásia India EUA China Portugal Paquistão
