Publicação
Gestão não-farmacológica da dor na pessoa em situação critica
| dc.contributor.advisor | Nascimento, Carla | |
| dc.contributor.author | Magarreiro, Vera Mónica Cuco | |
| dc.date.accessioned | 2016-11-25T09:44:38Z | |
| dc.date.available | 2016-11-25T09:44:38Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.description | Mestrado, Pessoa em Situação Critica, 2015, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa | |
| dc.description.abstract | A maioria das situações que conduzem o doente aos cuidados de saúde têm dor associada (Oware-Gyekye, 2008), justificando assim a pertinência de uma abordagem eficaz dos profissionais à dor (Direcção-Geral da Saúde, 2003) atribuindo-lhe uma prioridade elevada. A literatura revela que a experiência de dor durante os internamentos em unidades de cuidados intensivos (Puntillo, citada por Gélinas, Arbour, Michaud, Robar, & Côté, 2012) contribui para um aumento dos índices de morbilidade e de mortalidade, desencadeando graves alterações fisiológicas e psicológicas, prolongando o tempo de internamento (Stites, 2013). A nível hospitalar, a gestão da dor é maioritariamente farmacológica, contudo já existe evidência da utilização de intervenções não-farmacológicas para o controlo da dor (Czarnecki et al., 2011; Gatlin & Schulmeister, 2007; Gélinas et al., 2012; Williams, Davies, & Griffiths, 2009). Tendo em conta as competências do enfermeiro para intervir na gestão da dor (Ordem dos Enfermeiros, 2008), a realização de intervenções não-farmacológicas torna-se um imperativo. Enquanto grupo específico (Direcção-Geral da Saúde, 2013), a pessoa em situação crítica exige do enfermeiro competências especializadas contribuindo para a melhoria da qualidade dos cuidados e ganhos em saúde. Com o objetivo de desenvolver competências na área de especialização em enfermagem à pessoa em situação crítica com dor, o percurso de estágio de mestrado que aqui se documenta decorreu entre uma unidade de dor, um serviço de urgência e uma unidade de cuidados intensivos. Este relatório apresenta as principais atividades realizadas bem como os resultados obtidos nos diferentes contextos, refletindo as competências desenvolvidas, nomeadamente na gestão da dor e prestação de cuidados ao doente em situação emergente, antecipando a instabilidade e risco de falência orgânica. Todo o pensamento e ação em estágio foi sustentado no referencial teórico de Katharine Kolcaba e sua Teoria do Conforto. | |
| dc.format | application/pdf | |
| dc.identifier.tid | 201166739 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/16405 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | [s.n.] | |
| dc.subject | Pessoa em situação critica | |
| dc.subject | Dor | |
| dc.subject | Cuidados de enfermagem | |
| dc.title | Gestão não-farmacológica da dor na pessoa em situação critica | |
| dc.title | o conforto como uma intervenção especializada de enfermagem | |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | |
| rcaap.type | masterThesis |
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