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A intervenção de enfermagem na gestão de sintomas do doente oncológico internado numa unidade de cuidados continuados :
| dc.contributor.advisor | Costa, Alexandra Pinto Santos da | |
| dc.contributor.author | Faustino, Ana Margarida Pereira | |
| dc.date.accessioned | 2017-10-24T11:52:31Z | |
| dc.date.available | 2017-10-24T11:52:31Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description.abstract | Associa-se à doença oncológica e ao seu tratamento uma plurissintomatologia que compromete a capacidade funcional da pessoa e o seu autocuidado, e que se exacerba quando há agudização de uma doença crónica já existente ou surge uma nova. As unidades de convalescença são locais que têm o objetivo de recuperarem a independência e a capacidade de autocuidado da pessoa anterior ao evento, permitindo-lhe o regresso a casa. Os dados de 2014 da unidade de convalescença onde trabalho mostram que 80% das pessoas admitidas residiam no domicílio antes do internamento, mas só metade destas regressaram a casa no pós-alta. Coloca-se por isto a pergunta: como pode o enfermeiro intervir na gestão dos sintomas do doente oncológico internado numa unidade convalescença de modo a melhorar a sua capacidade funcional para assumir o seu autocuidado? Para dar resposta a esta pergunta optou-se por fazer uma revisão narrativa da literatura, adotando como referencial teórico a teoria da gestão dos sintomas de Dood et al. (2001) e a teoria de défice de autocuidado de Dorothea de Orem (1971). Realizaram-se três estágios e uma visita de estudo em contextos diferentes, uma caraterização dos sintomas dos doentes oncológicos (com recurso à escala de avaliação de sintomas de Edmonton para determinar a sua intensidade) e questões abertas para identificar os fatores de agravamento e as estratégias de alívio dos respetivos doentes, bem como sua experiência do sintoma. Os sintomas que os doentes referiram mais frequentemente no hospital dia de oncologia foram a náusea e a fadiga, na unidade de convalescença e na unidade de assistência domiciliária foram a dor e a fadiga. Elaborou-se uma ação de formação sobre avaliação de dor e uma proposta de fluxograma para a abordagem inicial de enfermagem ao doente oncológico na unidade de convalescença. Como resultados verificou-se que a maioria dos doentes internados na unidade de convalescença melhoraram os seus scores em todas as atividades, nomeadamente transferências, deslocação, vestir e alimentação, mas apenas um doente atingiu a independência na atividade de subir as escadas e todos os doentes no momento da alta precisavam de ajuda para tomar banho. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201830124 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/19105 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Enfermagem oncológica | pt_PT |
| dc.subject | Autocuidado | pt_PT |
| dc.subject | Cuidados de enfermagem | pt_PT |
| dc.subject | Doente oncológico | pt_PT |
| dc.title | A intervenção de enfermagem na gestão de sintomas do doente oncológico internado numa unidade de cuidados continuados : | pt_PT |
| dc.title.alternative | o impacto no seu autocuidado | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Enfermagem Médico-Cirúrgica, Oncologia | pt_PT |
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