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Ferida Maligna (Trabalho nÂș 15)

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Orientador(es)

Resumo(s)

As feridas malignas (FM) sĂŁo uma realidade em oncologia, o seu aumento foge ao nosso controlo e Ă© um desafio diĂĄrio. As feridas nĂŁo devem definir as pessoas, mas a forma como tratamos as pessoas com FM pode definir todo o seu processo de doença e sobretudo a sua qualidade de vida. Viver com uma FM Ă© mais do que um desafio, entre a dor excruciante e a perda da identidade corporal, temos inĂșmeros fatores psicolĂłgicos e psicossociais. PoderĂĄ dizer-se que a FM, tem uma identidade prĂłpria, que de forma destrutiva e incapacitante retira a identidade da pessoa que estĂĄ doente. Todos os envolvidos neste processo (doente, famĂ­lia e equipa disciplinar) devem saber que a cura nĂŁo Ă© o objetivo e o material que usamos no seu tratamento nĂŁo evita a progressĂŁo da doença mas pode e deve promover o mĂĄximo de conforto possĂ­vel. As pessoas que cuidamos devem ser sempre o nosso centro de atenção, neste caso, o melhor Ă© deixarmo-nos guiar por elas, permitir-lhes que nos digam como Ă© mais confortĂĄvel, menos visĂ­vel, menos doloroso. Com todo o nosso tempo possĂ­vel, aplicando todos os nossos conhecimentos tĂ©cnicos, cientĂ­ficos e algo muito Ăștil (que nĂŁo se aprende em nenhuma escola do Mundo), como EMPATIA, CONFIANÇA e HUMANIDADE, para que o objetivo nĂŁo seja SÓ cuidar da ferida mas da PESSOA com a ferida.

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Palavras-chave

Ferida Maligna Oncologia

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