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Orientador(es)
Resumo(s)
A endodontia regenerativa com células estaminais implica a regeneração de um tecido necrosado, que é a polpa dentária, sendo que este novo tecido deverá ser igual, o mais possível, ao tecido original.
Até à data a opção de tratamento para um dente cuja polpa está necrosada é a endodontia convencional que inclui a remoção total da polpa, preparação do canal e obturação, e se este tratamento não for passível de ser implementado a hipótese é a exodontia. Surge assim a necessidade de uma alternativa conservadora que permita manter o dente funcional em boca restabelecendo as suas características originais.
A endodontia regenerativa procura, através de protocolos bem estruturados, tornar possível no dia a dia clínico a regeneração da polpa dentária. Existem vários caminhos para o mesmo fim, no entanto, chegou-se à conclusão que a tríade de células estaminais, scaffold e fatores de crescimento, é ideal e suficiente para o conseguir. Surgem, no entanto, algumas barreiras éticas e legais que impedem a investigação de avançar mais rápido.
Existe atualmente um estudo clínico piloto desenvolvido em 2013, e publicado no presente ano, que provou ser possível a aplicação clínica da endodontia regenerativa com células estaminais, em cinco doentes submetidos ao transplante quatro tiveram sucesso com um follow up de 24/32 semanas, conseguiu-se formar polpa vital idêntica à original. É com este tipo de estudos que estamos cada vez mais perto daquilo que será o futuro da endodontia.
Esta monografia pretende sumariar os métodos e requisitos necessários para a endodontia regenerativa com células estaminais bem como demonstrar os avanços feitos até agora, pesquisas atuais e perspetivas futuras.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Células estaminais dentárias Regeneração pulpar Scaffold Fatores de crescimento
