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Abstract(s)
No plano das relações entre Pequim e Washington
tem-se notado um crescente “empenho” norte americano quanto às questões de segurança de Taiwan.
Os resultados mais palpáveis deste empenhamento
são o incremento da venda de armas americanas a
Taiwan ao abrigo do Taiwan Relations Act, no início de
uma relação de cooperação em termos de segurança
no caso de um conflito, e um interesse renovado da
administração norte americana na implementação
de um sistema de defesa anti-balística de carácter nacional e de teatro de operações, nas quatro componentes operativas de intercepção (pré-lançamento,
ascensão, trajecto médio, e terminal ou descendente).
Independentemente da transitória aproximação estratégica entre as duas capitais, resultante dos atentados de 11 de Setembro de 2001, na verdade, parece
existir um consenso generalizado no espectro bipolar
da política norte americana de que em caso de agressão militar da China a Taiwan, não resta aos Estados
Unidos outra possibilidade senão intervirem directamente. No entanto, Washington tem mantido a sua
actuação como o “fiel de uma balança” onde o difícil
está exactamente em manter “os seus dois pratos política e militarmente equilibrados”. Por outras palavras, este equilíbrio baseia-se na capacidade de
implementação de uma dupla dissuasão em prol da
preservação da estabilidade regional, o qual independentemente das vulnerabilidades operativas que
apresenta ainda continua a ser a melhor opção de
conduta ao dispor de Washington.
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Keywords
Relações internacionais Conflito Independência Armas nucleares Dissuasão China Taiwan EUA
