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Sintomatologia ansiosa e depressiva no prestador informal de cuidados a doentes oncológicos em estado terminal

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2011_ Saude e qualidade de vida65-68.pdf104.26 KBAdobe PDF Download

Authors

Lima, Ligia

Advisor(s)

Abstract(s)

A vivência de uma doença ameaçadora de vida, como é exemplo o cancro, é reconhecida como uma situação geradora de desadaptação não apenas para o doente mas também para os seus cuidadores, que partilham com ele o sofrimento e o distress psicológico associado (Kissane, Bloch, Burns, McKenzie e Posterino, 1994). Outro dos factores que pode ser considerado como uma grande fonte de distress nos cuidadores primários é a percepção de falta de suporte dos outros membros da família (Haley, 2003). Inúmeros estudos demonstram a presença de vários tipos de perturbação associados ao papel de cuidador informal de doentes em estado terminal, das quais se destacam os do foro alimentar, dos padrões de sono e a sintomatologia ansiosa e depressiva (Pereira e Lopes, 2002). O objectivo deste estudo foi avaliar o impacto emocional do papel de cuidador informal de um doente em Cuidados Paliativos Oncológicos. Estudou-se entre outras variáveis, a presença de sintomatologia ansiosa e/ou depressiva. Participaram neste estudo 52 cuidadores informais de doentes internados e/ou da consulta externa em Cuidados Paliativos Oncológicos de uma Instituição de Saúde do Norte do País. Para a colheita de dados e para além de um questionário sociodemográ7co, foi administrada a versão portuguesa do instrumento “Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS)” de Ribeiro e colaboradores (2007).Os resultados obtidos neste estudo indicaram uma elevada incidência de sintomatologia ansiosa e depressiva e em níveis clínicos muito signi7cativos e elevados (M=25,77;DP=8,09) comparativamente aos resultados encontrados em outros estudos. Estes resultados con7rmam o impacto negativo do processo de cuidar de um doente oncológico em estado terminal, o que realça a necessidade de intervenções psicológicas desenvolvidas e orientadas especi7camente para o cuidador informal, tendo em vista não só minimizar o impacto da doença nele e na família, mas também contribuir indirectamente para melhorar a qualidade dos cuidados prestados ao doente.
>e experience of a life threatening disease, such as cancer, is recognized as a situation that may cause maladjustment not only to the patient but also to the caregivers who share the su?ering and psychological distress (Kissane, Bloch, Burns, McKenzie e Posterino, 1994). Another factor that may function as a great source of distress for the primary caregiver is the perception of lack of support from the other family members (Haley, 2003). A great number of studies have described the presence of di?erent types of disturbances associated with the role of the informal caregiver of patients in the end of life, such as food and sleep disorders and the presence of depression and anxiety symptoms (Pereira e Lopes, 2002). >e objective of this study was to evaluate the emotional impact of being in the role of informal caregiver of a patient in oncology Palliative Care. Among other variables, the presence of anxiety and/or depression symptoms was evaluated. >e sample consisted of 52 informal caregivers of inpatients and outpatients of oncology palliative care in a health institution in the north of Portugal. >e following instruments were used: a sociodemographic questionnaire and the Portuguese version of the “Hospital Anxiety and Depression Scale –HADS (Ribeiro e colaboradores, 2007).

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Keywords

Ansiedade Depressão Cuidador Informal Cuidados Paliativos

Pedagogical Context

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Escola Superior de Enfermagem do Porto