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Orientador(es)
Resumo(s)
Nas últimas décadas a incidência dos estudos sobre a temática das emoções na enfermagem centrou-se,
sobretudo, na experiência emocional dos doentes e dos enfermeiros, deixando espaço para o foco da competência
emocional do enfermeiro. Considerando que o contexto de fim de vida é repleto de sentimentos, sensações e
emoções difíceis de gerir pelos enfermeiros, tornou-se fundamental significar os cenários emocionais importantes
na prestação de cuidados de conforto durante essa fase do ciclo de vida. A finalidade deste estudo é contribuir
para a clarificação do significado do desenvolvimento de competências emocionais no agir profissional do
enfermeiro, assumindo como centro de interesse o contexto da prestação de cuidados de conforto à pessoa
internada em unidade de cuidados paliativos. Considerando o problema e os objetivos em estudo, optou-se
por um referencial metodológico de natureza qualitativa, com carácter descritivo e exploratório. Os sujeitos em
análise são enfermeiros e pessoas que vivenciam o fim de vida, e que aceitaram participar no estudo através
de entrevista semiestruturada, tendo sido assegurados e protegidos os procedimentos éticos inerentes. Para a
análise do fenómeno em estudo, analisaram-se os dados usando a análise crítica do discurso de Fairclough.
Do estudo emergiu o constructo da ‘competência emocional do enfermeiro’, como sendo um conjunto de
capacidades que permitem conhecer, regular, atingir e gerir fenómenos emocionais de modo a construir e
manter relações interpessoais em ambiente afetivo, o qual se enforma em torno de cinco dimensões, e se
transforma igualmente em cinco capacidades.
Descrição
Palavras-chave
análise de discurso competência emocional enfermeiro significação fim de vida
Contexto Educativo
Citação
Xavier, S., Nunes, L., Basto, Marta L. (2014). Competência emocional do enfermeiro: a significação do constructo. Pensar Enfermagem, 18 (2), 3-19.
