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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Introdução e objetivo: O branqueamento é um dos procedimentos estéticos mais solicitado pelos pacientes que desejam um sorriso atraente. A crescente procura de resultados mais rápidos e eficazes torna obrigatória a resposta dos médicos-dentistas. O objetivo deste estudo consiste em avaliar a eficácia da aplicação do peróxido de hidrogénio a 6% para o branqueamento em consultório.
Materiais e métodos: Estudo piloto clínico comparativo split-mouth para o qual foram selecionados 10 pacientes da Clínica Universitária Egas Moniz que se encontram nos critérios de inclusão. Foram utilizados em cada indivíduo dois grupos de dentes (metade do 2.° e 5.° sextantes direitos ou esquerdos). O grupo experimental foi submetido ao branqueamento em consultório com peróxido de hidrogénio a 6% e o grupo de controlo, ao branqueamento em ambulatório a 16% de peróxido de carbamida (5,7% de peróxido de hidrogénio). Foi registada a evolução da cor por shade guide units através de uma escala VITAPAN® classical, organizada por valor, e foi também avaliada a sensibilidade dentária.
Resultados: Obteve-se uma evolução média da cor de 1,16 para o grupo experimental e de 5,31 para o grupo de controlo. Verificou-se que existe uma diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos. Em relação à sensibilidade dentária não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos.
Conclusões: O branqueamento dentário realizado em consultório com peróxido de hidrogénio a 6 % revelou-se menos eficaz do que o branqueamento efetuado em ambulatório com peróxido de carbamida a 16%. Foi verificada sensibilidade dentária em ambas as técnicas.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Moniz
Palavras-chave
Branqueamento dentário Peróxido de hidrogénio Peróxido de carbamida Eficácia Sensibilidade dentária
