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Suscetibilidade dentária à pigmentação após branqueamento em ambulatório
| dc.contributor.advisor | Fernandes, Inês Caldeira | |
| dc.contributor.advisor | Polido, Mário Cruz | |
| dc.contributor.author | Brites, Ana Rita Veiga | |
| dc.date.accessioned | 2016-03-04T16:22:09Z | |
| dc.date.available | 2016-03-04T16:22:09Z | |
| dc.date.issued | 2015-06 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Objetivo: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a estabilidade da cor dos dentes após o branqueamento em ambulatório, quando imersos em diferentes soluções pigmentantes. Materiais e métodos: Foram selecionados 42 dentes anteriores, distribuídos aleatoriamente em 6 grupos (n=7): GBT- branqueamento e imersão em chá; GT- sem branqueamento, com imersão em chá; GBC- branqueamento e imersão em café; GC- sem branqueamento, com imersão em café; GBW- branqueamento e imersão em vinho tinto; GW- sem branqueamento, com imersão em vinho tinto. Os grupos GBT, GBC e GBW foram branqueados com peróxido de carbamida 16%, aplicado 6 horas por dia, lavados em água destilada e armazenados em saliva artificial, a 37ºC. O branqueamento foi realizado diariamente durante 2 semanas. Ao fim desse tempo, efetuou-se a medição da cor de todos os grupos através do Espectrofotómetro Spectro Shade, segundo o sistema CIEL* a* b*. De seguida, os espécimes foram imersos 15 minutos em chá preto (GBT, GT), café (GBC, GC) e vinho tinto (GBW, GW), diariamente, ao longo de 1 mês. Após o tempo de imersão, as amostras foram lavadas em água destilada e colocadas em saliva artificial, a 37ºC. Efetuaram-se novamente as medições e calculou-se a variação de cor (ΔE*). A análise estatística dos resultados foi realizada através dos testes t-Student, ANOVA e Tukey (p<0,05). Resultados: Quando imersos nas soluções pigmentantes, todos os grupos apresentaram alteração de cor. O café foi a solução em que se observou menor ΔE*. Os valores mais elevados de ΔE* foram obtidos nos grupos pigmentados com vinho tinto. Conclusões: Não houve diferenças estatisticamente significativas na pigmentação entre os dentes branqueados e não branqueados. O vinho tinto foi a solução que provocou maior pigmentação. Todas as soluções apresentaram pigmentação visível a olho nu e clinicamente inaceitável (ΔE*>3,3). | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201030659 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/11756 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Branqueamento | pt_PT |
| dc.subject | Peróxido de carbamida | pt_PT |
| dc.subject | Pigmentação | pt_PT |
| dc.subject | Espectrofotómetro | pt_PT |
| dc.title | Suscetibilidade dentária à pigmentação após branqueamento em ambulatório | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina Dentária | pt_PT |
