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- Relatório de Estágio Profissional I, II, III e IVPublication . André, Matilde Maria da Mata Avô Valério; Boaventura, DianaEste Relatório de Estágio Profissional tem como objetivo organizar e sistematizar as aprendizagens adquiridas ao longo dos estágios profissionais I, II, III e IV desenvolvidos no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola Superior de Educação João de Deus. A estrutura do relatório está dividida em quatro capítulos principais. No primeiro capítulo, são apresentados dez relatos de estágio, nos quais se descrevem atividades e estratégias observadas ou realizadas em contexto educativo, acompanhadas de uma reflexão sobre as mesmas. Entre estas atividades, sete foram conduzidas pela educadora cooperante ou por colegas e três por mim. O segundo capítulo é dedicado ao planeamento, incluindo uma análise reflexiva sobre a planificação e a apresentação de oito planificações de atividades destinadas a crianças dos 3 aos 5 anos e do 1.º ano ao 4.º ano, devidamente fundamentadas. O terceiro capítulo aborda o tema da avaliação, apresentando quatro instrumentos de avaliação aplicados em atividades no contexto da Educação Pré-Escolar e do Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Estes instrumentos inserem-se na Área da Expressão e da Comunicação (Domínio da Matemática e Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita) e na Área do Conhecimento do Mundo. O quarto e último capítulo apresenta um projeto pedagógico intitulado “Reciclagem de Papel”, enquadrado na Componente do Estudo do Meio e direcionado para alunos do 1.º Ciclo. O principal objetivo deste projeto é sensibilizar para o consumismo e desperdício, contribuindo para uma formação de cidadãos preocupados com a natureza. Por fim, o relatório termina com as considerações finais, onde são refletidas as experiências vivenciadas e observadas durante o estágio, bem como a importância deste percurso para o desenvolvimento profissional, a superação de desafios e a consolidação da formação na área da Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
- Desafios do patrulhamento da Polícia Nacional de Angola na prevenção da criminalidade no município de LuandaPublication . Augusto, Luís Paim; Clemente, Pedro José LopesO cenário da prevenção criminal em Angola tem sido o ponto de partida para reflexão das estratégias de atuação dos órgãos responsáveis pela garantia da segurança pública, sobretudo as técnicas de prevenção mais visíveis pelos cidadãos no seu dia-a-dia (patrulhamento policial), pelo que, é importante abordar sobre o seu desafio. Tematicamente a pesquisa reflete sobre: desafios do patrulhamento da Polícia Nacional de Angola na prevenção da criminalidade no município de Luanda. A pesquisa tem como objetivo: Analisar os principais desafios do patrulhamento da PNA na prevenção da criminalidade no município de Luanda. Com o suporte metodológico, aplicou-se uma abordagem mista (qualitativa e quantitativa), suportada pelos métodos hipotético dedutivo e estatístico. Os dados empíricos foram adquiridos mediante as técnicas de entrevista (dirigida ao Comandante municipal) e questionário a uma amostra de 220 inquiridos (só aqueles que exercem o patrulhamento policial no municipio em análise). Constatou-se que o comando municipal de Luanda, regista escassez de recursos humanos e materiais, adaptação da abordagem policial ao policiamento de proximidade enfrenta um conjunto de limitação, pouco frequência de ações de formação contínua para efetivo que exerce o patrulhamento policial, há alguma frequência de ocorrência de riscos operacionais mas o apoio institucional aos agentes vítimas destes riscos é de péssima qualidade. Conclui-se fatores como estrutura urbana inadequada, a escassez de recursos humanos e materiais, e a insuficiência na formação especializada para o policiamento de proximidade comprometem a eficácia do patrulhamento da PNA em Luanda. Esses desafios evidenciam que o progresso do policiamento de proximidade depende não somente do aumento dos recursos humanos, da aquisição e modernização dos equipamentos e técnicas, mas também de uma transformação profunda na cultura e nos procedimentos institucionais da PNA.
- O uso do jogo na avaliação de aprendizagens matemáticasPublication . Borges, Inês; Oliveira, RicardoNuma sociedade em constante transformação, importa repensar as práticas pedagógicas em Matemática, no sentido de preparar cidadãos capazes de resolver problemas reais, de forma criativa e crítica. Este relatório resulta da experiência proporcionada pelo estágio supervisionado numa turma de 15 alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e fundamenta-se na necessidade de promover metodologias mais ativas, motivadoras e próximas da realidade dos estudantes, reconhecendo a avaliação como um processo dinâmico e contínuo inerente ao processo ensino-aprendizagem. Neste sentido, foi criado um jogo de tabuleiro original que procurou atribuir significado aos conteúdos matemáticos. A investigação procurou: a) compreender de que forma este jogo poderia ser incluído nas práticas de avaliação pedagógica em Matemática; b) identificar os conhecimentos metacognitivos que os alunos possuem sobre o impacto do jogo na sua aprendizagem; c) averiguar as competências mobilizadas pelos mesmos durante a sua utilização. Adotou-se uma metodologia exploratória, de estudo de caso e natureza mista, recorrendo a observação participante, diário de bordo, conversas informais, recolha documental, questionários e protocolos preenchidos durante a realização do jogo. Os resultados evidenciaram maior envolvimento nas tarefas e os benefícios das dinâmicas de grupo. Observou-se também a aplicação concreta de conceitos de Educação Financeira e maior consciência dos alunos quanto às estratégias utilizadas e aos erros cometidos. Conclui-se que o jogo de tabuleiro constitui um recurso com elevado potencial para favorecer aprendizagens significativas, o trabalho cooperativo e uma avaliação formativa mais abrangente, sugerindo implicações para o ensino da Matemática no 1.º CEB e para a formação docente.
- Conceções e práticas de ensino da linguagem escrita na Educação Pré-Escolar e no primeiro ano do primeiro Ciclo do Ensino BásicoPublication . Castanheira, Hugo; Araújo, LuísaO final da educação pré-escolar e a passagem para o primeiro ano do 1º ciclo do ensino básico (1º CEB) constituem uma fase importante na vida académica dos alunos, pois assinalam o início do ensino formal. Assim sendo, procurou-se com esta investigação compreender de que forma as conceções dos docentes influenciam a abordagem à linguagem escrita durante a educação pré-escolar e a aprendizagem da mesma no primeiro ano do 1ºCEB. O estudo que aqui apresentamos teve os seguintes objetivos: compreender a importância que educadores da educação pré-escolar e professores do 1.º ano do primeiro ciclo atribuem ao desenvolvimento de competências da linguagem escrita e aferir a congruência entre as conceções e práticas de educadores e de professores quanto à valorização da linguagem escrita. A presente investigação constitui-se como sendo de natureza qualitativa com uma perspetiva interpretativa, adotando uma metodologia de estudo de caso, incidindo sobre uma única escola com valências de educação pré-escolar e 1.º CEB. A recolha de dados foi realizada através da aplicação de entrevistas semiestruturadas a quatro educadoras de infância e cinco a professores do primeiro ciclo desta escola. A análise e o tratamento dos dados qualitativos caraterizaram-se pela categorização de temas e subtemas que nos permitiram responder às questões de investigação e discutir os resultados. Os resultados mostram que tanto os educadores como os professores valorizam o desenvolvimento de competências da linguagem escrita. Mais especificamente, a diversidade das práticas descritas e a intencionalidade pedagógica das mesmas evidenciam que as suas conceções influenciam a abordagem à aprendizagem da escrita. Verificou-se que a valorização do desenvolvimento da linguagem escrita se encontra associada à perceção que as educadoras têm sobre as suas práticas pedagógicas e formação, pois as entrevistadas que partilharam informações adicionais são as mesmas que mencionam ter recebido formação contínua neste domínio. Apuraram-se também as conceções dos docentes em relação aos entraves no acesso à formação contínua. Tanto educadores como professores mencionam que as formações, além de terem um elevado custo financeiro, este é assumido pelos mesmos, o que, por sua vez, nos leva a questionar a igualdade no acesso à formação contínua profissional.
